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AVES
QUE PODEM SER OBSERVADAS NA FLORESTA DA RESTINGA
Clique nas imagens para abrir as janelas com as descrições
das aves |
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Jacuguaçu |
Papagaio |
Tuim |
Coruja |
Mocho |
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Asa-branca |
Urutau |
Tucano |
Tucano |
Pica-pau |
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Entre as espécies existe uma imensa variedade de Passeriformes,
distribuídos pelos diferentes ambientes e com ocorrência
variável conforme a época do ano. As famílias com
mais diversidade são Tirannidae e Emberizidae. |
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Pavó |
Bem-ti-vi |
Sabiá-laranjeira |
Tié-sangue |
Gaturama |
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OUTRAS AVES
Pomba-galega (Patagioenas cayaennensis), Juriti (Leptotila
varrauxi), Lavadeira-mascarada (Fluvicola nengata), Sabiá-de-coleira
(Turdus albicollis), Sai-azul (Dacnis cayana), Tié-preto
(Tachyphonus coronatus) Tangará-dançarino (Chiroxiphia
caudata), Rendeira (Manacus manacus), Maria-da-restinga
(Phylloscartes kronei), Saíra-7-cores (Tangara seledon),
Saíra-canário (Thlypopsis sordida), Saíra-sapucaia
(Tangara peruviana), Sanhaço-cinzente (Thraupis sayaca),
Sanhaço-de-encontro (Thraupis cyanoptera), Tiziu (Volatina
jacarina) Anu-preto (Crotophaga ani), Alma-de-gato (Piaya
cayana) entre outras.
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FLORESTA DE RESTINGA
Na linha de praia das planícies litorâneas se estabelece
uma vegetação adaptada às condições
salinas e arenosas sob influências de marés com espécies
herbáceas reptantes (que se arrastam, rastejantes), com sistemas
radiculares amplos.
Após
esta faixa, sobre cordões mais estáveis, encontra-se uma
vegetação arbustiva e arbórea densa, com muitas bromélias
terrícolas. Os índios conhecem esse tipo de vegetação
como Jundu ou Nhundu, que significa mata ruim, por apresentar vegetação
rasteira, árvores de troncos finos, entrelaçadas e de pouca
utilização. Apresenta uma camada orgânica pouco desenvolvida,
com as bromélias de solo desempenhando um papel estabilizador do
substrato e de retenção de água e de nutrientes no
sistema. |
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Vegetação
rasteira |
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A vegetação de restinga é importantíssima,
protege as praias e as dunas. Grande parte dos ninhos de tartarugas marinhas
é encontrada no meio da salsa. As tartarugas preferem desovar lá,
porque os ninhos ficam mais protegidos da ação de ondas
e marés. |
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Salsa-da-praia |
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Desova
de tartarugas |
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A fauna de mamíferos e de aves que ocorre nas florestas sobre a
restinga é similar à da Mata Atlântica, indicando
interações associadas às alternativas temporais e
espaciais de recursos alimentícios, de abrigo e de nidificação.
Estas
florestas pluviais associadas ao domínio atlântico têm
poucos remanescentes preservados em Unidades de Conservação,
principalmente pela ocupação urbana das planícies
litorâneas.
Em
comparação com a Mata Atlântica, a restinga possui
bem menos espécies vegetais endêmicas. Na verdade, muitas
das espécies da restinga são também encontradas na
Mata Atlântica. A restinga também não possui uma fauna
endêmica, pois os animais que freqüentam esse ecossistema são
oriundos da Mata Atlântica próxima. A restinga é muito
importante para eles, pois serve como um grande supermercado natural.
CARACTERÍSTICAS
FLORESTA BAIXA DE RESTINGA: Passada a faixa de vegetação
inicialmente herbácea e arbustiva das dunas, a vegetação
adquire fisionomia muito característica, com arbustos bastante
ramificados, de ramos tortuosos, formando agrupamentos bastante densos
de 2 a 5m de altura, podendo haver o desenvolvimento de plantas epífitas
e herbáceas terrestres, assim como de muitas trepadeiras lenhosas
(lianas).
Composta
por substrato arenoso seco de origem predominantemente marinha, esta floresta
forma uma trama superficial de raízes que abriga uma camada fina
de serrapilheira com muitas folhas ainda não decompostas. |
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Escrube
entremeado por espécies herbáceas, especialmente bromeliáceas |
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A denominação dada a este tipo vegetacional é muito
variada, sendo usado comumente o termo “scrub” ou escrube
para designá-lo, indicando o caráter arbustivo da vegetação,
entremeado por espécies herbáceas, especialmente bromeliáceas.
A
flora desta região pode ser caracterizada por algumas espécies
mais comuns como: guamirim, araçá-da-praia, guabiroba, pitanga
e algumas palmeiras como tucum, e algumas bromeliáceas terrestres,
entre outras. |
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Jerivá |
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Pitanga |
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Tucum |
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Araçá |
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Bromélia |
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Este ambiente é uma importante zona de pouso, alimentação,
reprodução, dormitório e rota migratória de
aves florestais, passeriformes e não passeriformes, muitos endêmicos
como a saíra-peruviana e o papa-moscas-da-restinga.
FLORESTA
ALTA DE RESTINGA: O solo é arenoso de origem predominantemente
marinha, ocorrendo às vezes mistura de areia e argila (material
proveniente do continente), com uma espessa camada de rasteira e húmus.
Algumas regiões sofrem inundações. A vegetação
é predominantemente arbórea, com dossel fechado e árvores
de 10 à 15 m de altura, com diâmetro aproximado de 12 à
25 cm, podendo existir plantas com até 40 m de altura e 40 cm de
diâmetro. A flora desta região é composto por muitas
espécies, porém, as mais comuns são: canelinha-do-brejo,
guanandi, guaricanga, brejaúva, juçara e bromélias
entre outras. Grande diversidade e quantidade de epífitas e trepadeiras.
O sub-bosque é composto por plantas jovens do estrato arbóreo
e arbustos. |
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Guanandi |
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Guaricanga |
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Juçara |
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Brejauvá |
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Bromélias |
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Fauna composta por animais residentes e migratórios, sendo que
muitos visitam esta área para alguma atividade como alimentação,
nidificação, etc. porém são provenientes das
áreas de encosta ou de transição.
FLORESTA DE TRANSIÇÃO: Aqui a restinga
encontra-se com a mata atlântica de encosta. Apresenta fisionomia
arbórea com dossel fechado, altura variando entre 12 e 18 metros,
com as emergentes podendo ultrapassar 20 metros. Possui uma espessa camada
de húmus e serapilheira, sendo esta variável de acordo com
a época do ano. Há uma grande diversidade de espécies,
entre elas: |
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Jequitibá-rosa |
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Guaricanga |
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Cacheta |
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Guapuruvu |
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Peito-de-pomba |
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FLORESTA PALUDOSA: De fisionomia arbórea em geral
aberta, possui grande quantidade e diversidade de epífitas: bromeliáceas,
orquidáceas, gesneriáceas, aráceas e pteridófitas.
A serapilheira é ausenta, e no estrato arbóreo a altura
das arvores é de 8 a 10 metros. Possui substrato arenoso de origem
marinha, permanentemente inundado, com deposição de matéria
orgânica, a água apresenta coloração castanho-ferrugínea.
Na floresta paludosa predominam arvores como: Caxeta, Canela-amarela,
Peito-de-pomba e Guapuruvu.
Florestas paludosas com predomínio de caxetas são importantes
para a reprodução, alimentação, pouso e dormitório
de aves como: gaturamo, tié-preto, guaxe, pica-pau-anão
entre outros.
BIODIVERSIDADE
No
solo orgânico tanto se desenvolve a floresta paludosa quanto os
campos de taboa ou de lírio do brejo. Este conjunto de formações
sobre a planície litorânea estabelece uma variedade de ambientes,
ampliando sua diversidade biológica. A fauna de mamíferos
e de aves que ocorre nas florestas sobre a restinga é similar à
da Mata Atlântica, indicando interações associadas
às alternativas temporais e espaciais de recursos alimentícios,
de abrigo e de nidificação. Estas florestas pluviais associadas
ao domínio atlântico têm poucos remanescentes preservados
em Unidades de Conservação, principalmente pela ocupação
urbana das planícies litorâneas. |
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Entre as espécies existe uma imensa variedade de Passeriformes,
distribuídos pelos diferentes ambientes e com ocorrência
variável conforme a época do ano. As famílias com
mais diversidade são Tirannidae e Emberizidae. |
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
DRUMMOND,
J. A. Devastação e preservação ambiental -
Os Parques Nacionais do Estado do Rio de Janeiro. Niterói : Eduff,
1997.
ARAÚJO,
D. S. D. de & LACERDA, L. D. de. A natureza das restingas. Ciência
Hoje. Rio de Janeiro, v.6, n.32, p.42-48, 1987.
LAMEGO,
A.R. (1974) - O Homem e a Restinga. Rio de Janeiro: Ed. Lidador (2ª
Edição). 306 p. |
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