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PESCA ARTESANAL
A pesca artesanal (ou extrativa) no Brasil, infelizmente, apresenta limitadas condições de expansão, seja pela falta de políticas públicas, pobreza natural das águas, diminuição dos estoques naturais, poluição dos mananciais por esgoto doméstico, industrial, agrotóxicos e derramamento de óleo de dutos e petroleiros. A
pesca artesanal se caracterizava, fundamentalmente, por usar redes adequadas
para cada espécie, sempre respeitando a época do defeso
(quando a pesca é proibida na época da desova e indivíduos
jovens estão na fase de crescimento), garantindo a sobrevivência
dos pescadores e das espécies marinhas. Essa relação
de respeito mútuo, no entanto, vem sendo violada de forma sistemática
e crescente há alguns anos, em todo o mundo. (Edison Barbieri e
Fernanda Voietta Pinna) |
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Baseada em conhecimentos transmitidos ao pescador por seus ancestrais,
pelos mais velhos da comunidade, ou que este tenha adquirido pela interação
com os companheiros do ofício, é realizada em embarcações
pequenas (botes e canoas) a remo ou a vela ou motorizadas. Contando para
a pesca somente com a experiência e o saber adquiridos, a capacidade
de observação dos astros, dos ventos e das marés,
etc.
SOBREVIVÊNCIA Portanto, se a pesca não está dando para sustentar a família, o jeito é virar caseiro de veranista, ir para a cidade, empregar-se numa traineira ou, pior ainda, engrossar o número cada vez maior de desempregados. (Edison Barbieri e Fernanda Violetta Pinna). |
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| Mais informações sobre a pesca artesanal podem ser encontradas no nosso site no link Pesquisas: rio Pouca Saúde – Pesca. |