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20/04/2010 01:10
A Antaq acertou ao não permitir novos terminais privativos para movimentação de contêineres de terceiros com a Resolução 1.660?
A Resolução 1.660, elaborada pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), aponta que os terminais de uso privativo (TUPs) devem estar lastreados na carga própria preponderantemente, ou seja: existem apenas ligados a processos produtivos e, na eventualidade e ociosidade, movimentar carga de terceiros. É a decisão mais correta da agência reguladora?
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Comentários
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o texto |
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Enviado por
HILDA REBELLO
em 26/07/2010
(ITAJAÍ)
A Resolução 1660 deixa bem claro , que com jeitinho tudo será possível, pois qualquer momento pode se transformar em eventualidade, e nao se sabe qual o critério de ociosidade.Ou seja, ainda deixa brechas.
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Enviado por
João Ribeiro
em 23/07/2010
(São Paulo)
A decisão me parece inócua. A viabilidade de um terminal só é assegurada com volumes significativos e, não tendo garantia prévia do volume de break-even, o investidor não correrá o risco de ficar a mercê do que os donos de carga e operadores marítimos queiram lhe pagar. Esse volume mínimo, ou é próprio, ou é contratado a longo prazo em bases equilibradas. Assim, se a preocupação da ANTAQ é evitar ’abuso de poder econômico’ do dono do terminal, acho que isso dificilmente ocorreria.
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Enviado por
Irany Freitas
em 27/05/2010
(Recife)
A leitura do comentário de Xavier Jr. induz a refletir que Sarney é um homem de poder, o dono dos portos e personagem central do livro Honoráveis Bandidos. Ele indicou o presidente da Antaq, homem sem o conhecimento e experiência de porto que se esperam de quem vai conduzir um processo para regular uma atividade tão complexa e importante para o País. Diante desses fatos e a ocorrência de tantas dúvidas sobre o marco regulatório da atividade portuária elaborado com as mãos dessa agência fica a dúvida sobre a seriedade do trabalho e a responsabilidade com o futuro do Brasil.
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Enviado por
Reginaldo de Azevedo
em 25/05/2010
(Manaus)
Essa resolução deveria ser chamada de sopa de pedra: ela permite tudo, basta flexibilizar a língua portuguesa. O que significa preponderante, eventualidade e ociosidade na movimentação de mercadorias em um porto? Quais são os números que definem a exatidão dessas expressões? Isso parece conversa de Zé Carioca.
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Enviado por
Xavier Jr
em 20/05/2010
(Brasília)
A agencia com nome de remedio só
fez copiar o que já estava pronto. Com o Ilmo. Sarney no comando tudo é possível exceto o trabalho regulatório, este sim exige certa inteligência, por isso não é feito.
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Enviado por
Bruno
em 16/05/2010
(São Paulo)
Concordo plenamente com o comentários acima, esse orgão não serve pra nada.
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Enviado por
Chicão
em 21/04/2010
(Santos)
A decisão mais correta da ANTAQ seria assumir sua inutilidade e fechar suas portas
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