Você sabia que o setor frigorífico acumula alto índice de acidentes e doenças ocupacionais? Por causa disso está em elaboração no Ministério do Trabalho a regulamentação da categoria, que mudará o destino de meio milhão de trabalhadores dos frigoríficos, com a aprovação de Norma Regulamentadora.
Entre as principais mudanças em torno da segurança e da saúde nos frigoríficos, o texto técnico básico sobre a norma propõe pausas de 10 minutos a cada 50 minutos trabalhados.
A regulamentação também prevê instalações de assentos nos postos de trabalho que permitam a alternância das posições em pé e sentado, com o objetivo de diminuir os impactos provocados por trabalhos penosos que exigem grande esforço físico e movimentos repetitivos, muito comuns no setor.
A duplicação do trecho Sul da BR-101 não será finalizada antes de 2016, conforme previsto pelo Governo Federal, se os trâmites para a realização de obras de arte não forem agilizados. O alerta é do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), Glauco José Corte.
Embora a presidenta Dilma Rousseff tenha assinado ordem de serviço para execução das obras na ponte do Canal Laranjeiras, em Laguna, nesta segunda-feira (21/05), o líder dos industriais reclama que as questões relativas ao “túnel do Morro dos Cavalos e do Formigão ou a ponte sobre o Rio Tubarão seguem sendo motivo de grande preocupação, pois ainda precisam superar longas etapas antes de serem licitados”.
O estivador tinha direito à aposentadoria especial conforme decreto de 1964. A lei foi mudada em 1995. E passou a ser necessária a comprovação da exposição habitual e permanente aos agentes nocivos à saúde ou à integridade física, através das informações patronais e com base em laudos.
Para os estivadores a luta já começou dura: num primeiro momento o INSS não queria admitir nem o tempo anterior à mudança da lei, dizendo que só contaria como especial para quem tivesse completado os 25 anos até 28/04/1995. Esta maluquice eles perderam na Justiça, mas desde aquela data o trabalho da estiva não tem sido considerado especial. A constatação é do advogado previdenciário Sérgio Pardal.
A fotografia abaixo, postada no grupo “Estiva Virtual”, no Facebook, está causando um grande debate virtual entre os estivadores, ou melhor, entre os portuários de uma maneira geral. A foto foi tirada na Prefeitura de Santos, quem entrega diploma ao estivador é o secretário de Relações Portuárias da prefeitura, Sérgio Aquino, que também é candidato a prefeito no final deste ano.

A constatação é do jornalista Lúcio Flávio Pinto, que relata que de 1997 a 2001, a Vale contribuiu para o estado do Pará com menos de R$ 6 milhões em impostos sobre minério de ferro exportado, o principal item da pauta de exportação do Pará e do Brasil.
A revolta do jornalista é grande. Diz ele que, em 1997, a CVRD (Companhia Vale do Rio Doce) foi privatizada e, não por mera coincidência, entrou em vigor a famigerada Lei Kandir, de autoria do ex-ministro de Fernando Collor de Mello e então deputado federal por São Paulo, Antônio Kandir. “O ICMS pago pela Vale foi então de R$ 18.828,37. Menos do que pagou ao tesouro estadual um supermercado da esquina”.
Média trimestral registrada nesta terça-feira, dia 22/05/2012
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