Quarta, 10 de Março de 2010
23/02/2010 06:02
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Quais as vantagens e desvantagens da descentralização e da privatização das administrações portuárias para o sistema portuário nacional?
02/02/2010 00:21
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Qual a importância da gestão governamental no setor portuário?

 
 
 
23/02/2010 06:02

Quais as vantagens e desvantagens da descentralização e da privatização das administrações portuárias para o sistema portuário nacional?

Confira as opiniões:

* Vice-presidente da Fieb quer regras claras para evitar interferências políticas nos portos

* Bussinger: “zonas cinzentas” tornam portos mais morosos e imprevisíveis

 

6 Comentários
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Enviado por FALA SERIO em 28/02/2010 (Rio de Janeiro)
Amigos. que a Autoridade Portuária não consegui decolar, isso todo mundo sabe. Que as Cias docas são cabide de emprego para apadrinhados do partido que conduz o setor, isso todo mundo sabe. Agora é preciso que se avalie uma administração privada no sentido da fiscalização e regulação dos setor. O mal não esta em ser publica ou privada, e sim na falta de politica de longo prazo e na indicação de pessoas que realmente conheçam o setor e não se apoderem dos cargos apenas para servir seus padrinhos. Pensem, se o setor privado terá condições de manter a infraestrutura portuária sem onerar, eu acho que não. Qual empresario vai colocar dinheiro para recuperar os sucateados portos que temos? Só o governo faz isso porque tem que faze-lo, é sua obrigação e não a cumpre como deveria por incapacidade desta turma que se apodera sem conhecer nada, mas é amigo ou amigo do amigo. Dificil saber o que fazer alem da duvida se devemos trazer para os estados ou deixar na esfera nacional, estas indicações. Mas isso é outra história Fala serio!
 
Enviado por Jorge Haile em 27/02/2010 (Salvador)
Um claro exemplo do significa a privatização dos portos está no comportamento daqueles que adquiriram via fernando Henrique Cardoso, a Vale. Quando apenas se sentiram ameaçados pela crise já iniciaram demissões em massa de vários pais de família. Eles não tem compromisso com o Social, não querem diminuir seus lucros em favor de manter empregos e manter a dignidade daqueles que vestem a camisa da empresa. Se FHC tivesse conseguido privatizar a Petrobrás (ainda bem que não deu tempo), durante a crise imagine quantos empregados teriam sido demitidos? Mas a Petrobrás está aí a todo vapor, não demitiu, ao contrário, realizar sucessivos processos seletivos contratando mais e mais trabalhadores. O Governo não deve privatizar os Portos pois estará entregando a "Galinha dos Ovos de ouro" para os tubarões insaciáveis. O porto é viável sim com administração do estado, administração mista ou até mesmo com uma PPP (Parceria Público Privada) é só querer que acontece. Nossos postos são as principais portas de saída das nossas exportações, geradores de divisas e não pode ser entregue àqueles que só querem acumular riqueza. Diz o ditado popular que: O negócio só é bom quando satisfaz a todas as partes.
 
Enviado por Francisquense em 26/02/2010 (São Francisco do Sul)
Recentemente lí uma reportagem na revista exame sobre a nova administração de uma cervejaria adquerida pelo grupo imbev na cidade St. Louis, Usa. A cervejaria éra da familia Busch, pelo que entendi donos da famosa marca BUDWEISER. A nova admnistração composta por brasileiros, fez uma tremenda limpa no staf da cervejária adquerida, demitiu 1400 funcionários, reduziu salários, cortou bônus, cancelou contratos de propaganda e etc. Fez tudo para cortar custos e aumentar os lucros dos novos acionistas. Os novos admnistradores estabeleceram metas, se comprometeram com os acionistas a alcançarem essas metas em um determinado prazo, e conseguiram, apesar do impacto social causado pelas dimissões invonluntárias e algumas voluntárias contrárias a ditadura do capitalismo desenfreado de um grupo de serial killer social do terceiro mundo. Enfim, pra não fugir do contexto, a máteria comentada acima é um exemplo do que vai acontecer se cair na mão da iniciativa privada o filão "bilionário" portuário. O lucro a todo custo, sem excrupulo social.
 
Enviado por Fabiana Luz Neibor em 25/02/2010 (Rio de Janeiro)
O comentário do sr. Antonio está um primor! E a finalização é de tirar o chapéu. Sr. Antonio, o senhor estava iluminado quando escreveu essas linhas. Parabéns.
 
Enviado por Antonio Diéguez Gil em 25/02/2010 (Santos)
A lei 8.630 foi capeada pelo PL-8, cuja justificativa era agilizar o processo de decisão portuária. Não precisa ser um exímio físico para perceber que uma Autoridade Portuária títere de Brasília torna-se uma resistência ao fluxo de informações e mercadorias no porto. O corolário disso é que a descentralização da administração portuária permite um alinhamento mais eficaz do centro de decisão com o comércio marítimo do porto. Foi exatamente por causa dessa obviedade, do melhor modelo ser a descentralização, que Fernando Henrique Cardoso assumiu compromisso na campanha de regionalizar os portos e igualmente o fez Lula. Certamente defender a centralização não traria voto. Entrentanto, depois da posse ..., as conjugações políticas mudaram os ventos pré-eleitorais e os consequentes compromissos assumidos. Esse modelo centralizado hoje só existe nos paises subdesenvolvidos, e com excessão do Brasil - hoje um país desenvolvido. Com certeza são bilhões de dólares de prejuizo por ano por conta do atual modelo brasileiro de administração portuária centralizada. Todo mundo sabe disso. Por isso, na Europa e EUA a administração dos portos é descentralizada. Ou será que eles estão equivocados?
 
Enviado por Chulipa em 23/02/2010 (Angra dos Reis)
Blog wwwsindicatos.blogspot.com
Caros companheiros , O SETOR PORTUÁRIO É UM SETOR ESTRATÉGICO PARA O PAÍS , NO ENTANTO VÁRIOS EMPRESÁRIOS ESTÃO TENTANDO DE QUALQUER FORMA EXTINGUIR OS TRABALHADORES AVULSOS DOS TERMINAIS .NÓS PRECISAMOS DE UMA POLÍTICA SÉRIA DE ESTADO PARA OS DESENVOLVIMENTO DOS PORTOS BRASILEIROS.
 
02/02/2010 00:21

Qual a importância da gestão governamental no setor portuário?

O Estado como gestor dos negócios portuários, responsável por regrar, limitar e fiscalizar os negócios portuários, ainda é o caminho ou cada vez mais o mercado deve ser o regulador do jogo?

Leia as opiniões: 

* Severiano Imperial: público e privado atuando nos portos para o bem do Brasil

* Osvaldo Agripino: Estado nos portos, ruim com ele, pior sem ele

* Vice-presidente da Fieb diz que inércia atrasa as concessões nos portos

* Frederico Bussinger: público e privado devem conviver nos portos

* Adilson Borges Vieira: burocracia estatal atrapalha atividade portuária

* Deputado Homero Pereira: Estado é importante para captação de recurso

* Paulo Skaf defende diálogo construtivo entre público e privado para melhorar portos

* Presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo defende gestão governamental nos portos

* Para ex-diretor da Portocel, ação do Estado nos portos é importante

* Meio acadêmico também participa do debate “Portos – Problemas na Modernização”

* Para Wilen Manteli, intervenção estatal não pode eclipsar iniciativa privada

* Senadora Ideli Salvatti defende governo na gestão dos portos

* Para deputada Iriny Lopes, crise jogou por terra a ideia do mercado regulador

* Mauro Salgado: porto não pode ficar na mão de uma empresa privada

 

13 Comentários
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Enviado por Luiz Roberto Gomes em 20/02/2010 (Santos)
Inicialmente, é relevante ponderar acerca daquilo que cotidianamente percebemos, refletir a respeito das coisas evidentes em nossa sociedade, a miséria de muitos ao lado da abundância de outros. A concentração de riqueza como mola propulsora da desigualdade social, geradora da falta de oportunidade, da privação dos direitos fundamentais. A espoliação de uns países em prejuízo de outros. A desigualdade por puro interesse do poder econômico, pela prevalência dos ideais neoliberais. Que prega uma filosofia nefasta, onde a tal competitividade é mera ação predatória, onde prevalece uma casta insaciável. Sem puritanismo ou religiosidade, para os incrédulos apenas cito um livro a Bíblia como fonte de sabedoria e de confiável previsibilidade, especificamente no livro de Apocalipse caput 18 A queda de Babilônia, juízo para o nefasto sistema comercial e econômico atual e vindouro. “Na maldita teologia neoliberal os homens não nascem iguais, nem tendem à igualdade. Portanto qualquer tentativa de anular a desigualdade é na verdade um ataque irracional à própria natureza das coisas. Deus ou a natureza dotou alguns de talento e inteligência mas foi avarento com os demais. Qualquer tentativa de justiça social só agravará mais e mais a situação, desencadeando novas desigualdades. Pois é na desigualdade que os talentosos se destacam para promover o progresso geral da sociedade. Quebrar essa lógica é implementar a estagnação na sociedade.” Pasmem mais é nesse contexto econômico em que estamos sobrevivendo! Por essas coisas e ainda mais, a razão que conduz a sociedade em direção ao bem coletivo, clama pelo imprescindível papel do Estado como instrumento regulador do jogo econômico, como ferramenta eficaz para reduzir as desigualdades sociais provocadas pelas incongruências sobreditas, promovidas por práticas predatórias de uma minoria oportunista, que se aproveita das conjunturas históricas para deter o poder e manipular o jogo econômico. A história ensina que o homem nada aprende da história. A recente crise econômica mundial põem abaixo as teses neoliberais, relativas a ascensão do setor privado como ferramenta útil para regular o complexo jogo econômico. Quando cito o Estado, não retrato a representação prática, conceituada em Governo soberano, ou seja, ao Estado em si (pessoa jurídica de direito público, digo a respeito do Estado harmonizado aos interesses do pais (Estado, povo e território), é mais amplo do que as atuais formas decadentes publicistas que negociam pelo poder e privatistas que tem o fim em si mesmo. A proposição que se enuncia “ Autoridades Portuárias Privadas”, é a ponta do iceberg de um projeto comercial/econômico, proveniente da tendenciosa filosofia neoliberal. Reproduzida e transmitida nas escolas, televisão, meios de comunicação, literatura, cinema, publicidade e discursos oficiais. Esse “Novo Modelo “ de gestão é uma perniciosa lógica contemporânea, avessa a solicitude coletiva, concentradora de riquezas, antagonicamente, tem o seu desenvolvimento no estéril terreno mutante de um Estado corrompido, que não percebe os interesses do país. Infelizmente, as atuais legendas partidárias sem doutrinas ideológicas tem agasalhado essa filosofia, dominadas por forças feudais, passam a apoiar o Estado mínimo subvertendo os interesses nacionais. Despudoradamente assistimos o poder econômico investir altas somas de recursos em eleições, para a seguir, obterem as indecorosas vantagens que cotidianamente são anunciadas nos meios de comunicação. Internautas do PORTOGENTE a “Autoridade Portuária Privada” é um fim em si mesmo, pois a lógica do mercado é da autopreservação em meio a concorrência, todos os bens disponíveis são destinados para a conservação e progressão da empresa, num movimento natural e darwinista. O “novo Modelo” de Administração Portuária Privada, pela lógica do mercado é “egoísta”, sua eficiência é voltada pura e simplesmente para seus acionistas, não medirá esforços para baixar salários, reprimir sindicatos, chantagear o setor público e destruir pequenos concorrentes, criando o poder monopolista. O atual modelo de Autoridade Portuária, pode ser definida objetivamente como a atividade concreta e imediata que o Estado desenvolve para assegurar o desempenho perene e sistemático, legal e técnico dos serviços próprios do Estado, através das administrações indiretas, em benefício dos interesses do país. A sociedade deve estar atenta, as reformas liberais pavimentam um caminho sem volta, constroem progressivamente, um novo sistema de concorrência, com um Estado raquítico e desprovido de políticas sociais. Infelizmente fica a conclusão que a história ensina que o homem nada aprende da história.
 
Enviado por uriel villas boas em 17/02/2010 (santos)
A atividade portuária em todos os paises do mundo, é muito rentável. E existem as mais diferentes formas de gestão, com ou sem a presença estatal. E esta é uma questão que no Brasil tem as mais diferentes interpretações, passando pelas opiniões de investidores, de organizações sociais e claro, de opiniôes de quem está no comando de organimos estatais. Mas falta o essencial, ou seja, o debate objetivo que leve em consideração o interesse público sem as cobranças de investimentos em áreas que beneficiarão apenas um segmento, o operador. As opiniões são colocadas dentro de uma visão particular e isto dificulta o desenvolvimento de medidas que poderiam resolvber problemas. Mas mesmo assim os portos brasileiros não deixam de crescer. Por fim, quem deve efetivamente controlar as atividades portuárias por parte da área pública.? Por que não colocar a questão na área regional e não apenas de um municipio, por exemplo? Uma coisa é certa, só discutir não muda oquadro. É preciso buscar o entendimento que não significa fazer concessões, mas agir de forma transparente.
 
Enviado por Márcio Neibor Ribeiro em 17/02/2010 (Salvador)
No comentário que fiz da entrevista do Manteli faltou acrescentar que a Antaq é uma herança maldita do FHC. Uma entidade esdrúxula e que se tornou, para dizer o mínimo, um cabideiro de emprego. Antaq hoje tem raizes daquelas secóias americanas e extirpá-la ficou mais difícil do que foi tirar os portos do Ministério dos Transportes - hoje, nem o Lula pensa nisso como fez antes. Por outro lado, não haverá jamais eficiência nos portos enquanto funcionar essa agência que se analisada criteriosamente vai se mostrar o que é: um cancer.
 
Enviado por Carla Regina Mota Alonso Diéguez em 10/02/2010 (São Paulo)
Prezado Antonio, gostei bastante do seu comentário, pois coloca um grande problema, ou seja, a organização da cadeia produtiva, que vai desde o produtor ao porto, no processo de exportação. Concordo com você que os produtores devem estar interados e integrados a esta cadeia logística. Entretanto, se couber a eles pensar todo processo, nós não estaremos deixando toda a cadeia logística e tudo que a ela cabe apenas na mão dos produtores, ou seja, do mercado? Não cabe ao Estado também participar deste processo, como fomentador e regulador do processo logístico, promovendo a integração entre portos, aeroportos, rodovias e ferrovias, com serviços melhores e mais eficientes? Não seria mais saudável a parceria entre os setores públicos e privados na cadeia logística? Grande abraço
 
Enviado por ANTONIO LUIZ NETTO em 10/02/2010 (Curitiba)
Tenho acompanhado todos os comentários sobre esta materia que vem de muito tempo em nosso país. Incrível é que até este momento ninguem comentou na raiz deste assunto. Até quando os setores de produção ( todos ), estarão esperando pelo poder governamental por aquilo que eles deixam de fazer;PLANEJAMENTO DE SUA PRODUÇÃO. Produzir mais e mais não é somente agir na PRODUÇÃO ! Produzir sim mas saber como armazenar e manusear seus produtos para comercializar no momento certo e com bom resultados. É BOM LEMBRAR QUE PORTOS E CAMINHÕES NÃO SÃO ARMAZENS E SIM CANAIS DE LOGISTICA PARA ESCOAMENTO DA PRODUÇÃO. QUERER TRANSFERIR RESPONSABILIDADE AO GOVERNO E PROCURAR E IR AO ENCONTRO DE ENTRAVES BUROCRATICOS, GARGALOS, PERDAS E POR FIM RESULTADOS NEGATIVOS DE SEUS NEGOCIOS. O PLANEJAMENTO ESTA NA ELABORAÇÃO DA FERRAMENTA "LOGISTICA SINCRONIZADA DE ABASTECIMENTO E DISTRIBUIÇÃO INDUSTRIAL" ESTRUTURADA NOS CENTROS DE ARMAZENAMENTOS REGIONAIS. ELABORADOS ELES DESAFOGAM OS PORTOS , REDUZEM OS CUSTOS DA PRODUÇÃO E OS RESULTADOS SERÃO POSITIVOS ALÉM DA VALORIZAÇÃO DE SEUS PRODUTOS. ESTE PROJETO JÁ LEVEI PARA AS ASSOCIAÇÕES DOS PRODUTORES EM TODO O BRASIL ANTONIO LUIZ ECONOMISTA E TÉCNICO EM PROJETOS DE LOGISTICA SINCRONIZADA. 41-99894047
 
Enviado por Mesquita em 10/02/2010 (Brasília)
O CAP foi o instrumento mais importante criado pela Lei 8.630. O problema é que as Entidades de Classe dos Blocos II, III e IV indicam, em sua maioria, pessoas descompromissadas com o setor portuário. Quando o contrário os CAPs caminham em sintonia com o desenvolvimentos dos portos afins. Como exemplo, cito os CAPs dos portos de Suape e de Fortaleza.
 
Enviado por Gouveia em 09/02/2010 (Rio Grande RS)
O controle tem de ser do Estado e não sei nem porque se discute isso. Ah, sei, para tentar elucubrar interesses próprios em detrimento ao coletivo. Tirar vantagem mesmo na cara dura viu!
 
Enviado por @itajaipraticos em 08/02/2010 (Itajaí)
Blog http://www.itajaipraticos.com.br/site/blog.php
Na atividade portuária, o Estado deve agir para promover o interesse público de forma inteligente. Nada de desregulação, nem de sobrerregulação. Regras claras, que atendam à necessidade pública, favoreçam o mérito e façam deste mesmo mérito motor de progresso para todos. Um aspecto que o Estado brasileiro precisa observar é que o crescimento não deve ser obtido a qualquer custo, privatizando (ou partidarizando) o lucro e socializando a conta, o prejuízo. Outra observação que consideramos relevante: é preciso ter coragem de criar soluções que tornem o Brasil menos dependente dos portos existentes. Neste ponto, é preciso reconhecer que o Estado brasileiro geralmente não tem a iniciativa e a criatividade necessárias. Aqui entra o empreendedor, que necessita que o governo lhe dê espaço para agir.
 
Enviado por Hilda Rebello em 05/02/2010 (Itajaí)
O mercado é ganacioso e não pode regular nenhum setor da economia, sob o risco de gerar ainda mais desigualdade , miséria , crides e desemprego ....A importância da gestão governamental no setor portuário e em outros setores da economia é fundamental. Entretanto , a exemplo de outros países, esta gestão deve ter regras claras e definidas,impondo limites e gerindo com mão de ferro .Em contrapartida deve dar segurança ao investidor e á sociedade como um todo. Ao invéz de mudarem as regras do jogo a todo momento para atender necessidades específicas , que se respeitem as leis. A sociedade precisa de segurança e de um horizonte , e as instituições deveriam desempenhar este papel que lhes cabe. Sabemos que os portos brasileiros se desenvolveram significativamente nos últimos 17 anos, mas sabemos que muito aquém do que propunha a lei 8630/93 e que não fossem os problemas de má gestão nossos portos deveriam estar há muito no mesmo nível dos portos interbacionais...Afinal foi para isso que a lei foi criada...para dar mais competitividade aos portos.
 
Enviado por José Ribeiro Diéguez em 05/02/2010 (Santos)
Há problemas sérios na modernização portuária que independem do modelo ser ou não controlado pelo governo. Neste caso, tem sido muito mais facilmente abrigadas ações como a da Itamaraty em Santos que arrendou uma área para especulação, sob o manto da Autoridade Portuária, que não lhe cobrou a tempo e a hora as obrigações contratuais. Desse modo, permitiu encontrar a empresa para repassar e ganhar ágio sobre o contrato sem risco de capital - se é que tinha para tanto. Um contrato de concessão não pode ser objeto desse tipo de negócio. Se a empresa não pode cumprir o que se propôs, que se faça nova licitação.
 
Enviado por jairo286 em 04/02/2010 (Itajai/SC)
O problema é que o mercado banca a campanha dos politicos que deveriam regular o mercado.
 
Enviado por Carla Regina Mota Alonso Diéguez em 03/02/2010 (São Paulo)
Blog http://pensarrelacionalmente.blogspot.com
Mas, senadora Ideli Salvatti, quanto ao mercado regulando, a crise de 2008/2009 não é exemplo disto? A proposta do Presidente Obama não vem no sentido de diminuir o poder do mercado de regular o próprio mercado? Como a sra bem lembrou, temos o caso inglês, onde o mercado é que gere e determina as ações do setor portuário. Desta forma, podemos dizer que a crise de 2008/2009 não fez os governos verem que precisam dar mais limite ao mercado e estar mais com as rédeas na mão?
 
Enviado por acrisio em 02/02/2010 (jaboatão)
Bom dia, sou estudante de gestão portuária na faculdade metropolitana, pelo que estudei até o momento, a Lei 8630/93, acredito que essa é a melhor forma de se regular as atividades portuárias, a Lei se torna oportuna a partir do momento em que ela regula, não só a mão de obra portuária, mas também através do CAP, ela determina normas de movimentações, da qual permite se trabalhar de forma mais organizada e segura. Acredito ser muito importante a fusão entre a iniciativa privada e o poder publico, afim de manter uma movimentação de cargas de qualidade, sempre visando o crescimento e uma boa manutenção no setor. Sem mais para o momento e agradecendo a atenção. Acrisio Lucena
 
 
 
 
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