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Acompanhar a movimentação sindical em portos é comum para o governo
Pois é, Da. Dilma, só trabalhador merece investigação no seu governo. Que tal in...
(Zé do Porto - Santos)
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Acompanhar a movimentação sindical em portos é comum para o governo
acho até importante o serviço secreto da pf,mas que pena que os corruptos politi...
(chagas - santos sp)
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Dilma estaria batendo um bolão?
Ela deveria chutar assim umas caixas de remédios para a população pobre e miserá...
(Mauro - Belém)
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Prorrogação de contratos após 93 passou na forma facultativa
É tanta pilantragem em jogo que nao se cria um ambiente saudável de investimento...
(Milton - Campinas)
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Prorrogação de contratos após 93 passou na forma facultativa
QUEM REDIGIU ESSE TEXTO É UM LOBISTA DO GOVERNO OU DOS EMPRESÁRIOS? A POSTURA DO...
(MARCIO - SALVADOR - TRABALHADOR DO PORTO DE ARATU)
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MP abre caminho para competição entre portos públicos e privados
MP – Derrota ou Vitória – Trabalhador. A MP 595/2012 foi aprovada pela câmar...
(Márcio Franco de Cas - Itacoatiara)
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O plano para o retorno dos trens regionais em São Paulo (2) - continuação
Paulo Roberto parabéns pelo excelente artigo Sílvio...
(SILVIO DOS SANTOS - Florianópolis)
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MP abre caminho para competição entre portos públicos e privados
E os "bagrinhos" que se cuidem...a delimitação da nova poligonal da área do port...
(tecnologo - Guaruja)
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Finalizar a votação da MP dos Portos antes das 23h, dá?
Destaque para: "Chinaglia disse ainda que o governo poderá apoiar um dos des...
(Rafael Pinheiro Ferr - VITÓRIA/ES)
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Câmara aprova vigilância dos portos pela guarda portuária
Não entendo como o Brasil não tem uma corporação especializada no policiamento p...
(Mauricio Ottoni - vit´ria)
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Túnel do tempo: a Moore–McCormack Lines - continuação
Os ex-Moore Mc já tiveram 5 encontros o último em set/12 e deveremos ter o próxi...
(Noslen - Santos)
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Oposição consegue obstruir votação da MP dos Portos e nova sessão será convocada ainda hoje
Meus caros deputados sou trabalhador Portuário e toda a comunidade portuaria est...
(Alaim J. VENTURA - Itajai)
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Recordações da Moore-McCormack Lines
Lembramos muito incluindo os Navios lach ou seja largava o porão flutuante e pe...
(Gilberto zietlow - Santos)
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Governo Dilma luta contra interesses de Daniel Dantas e da Libra Terminais
A questão é que a Libra por sua postura contra T.P.A, traz problemas para toda...
(CAETANO ESTIVADOR RJ - Rio de Janeiro)
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Governo Dilma luta contra interesses de Daniel Dantas e da Libra Terminais
PORTOGENTE, com sua já notória honestidade e empenho no melhor para os portos br...
(Perguntativo - São Vicente)
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Governo Dilma luta contra interesses de Daniel Dantas e da Libra Terminais
A Presidente Dilma "se surpreendeu" com a emenda que permite à Libra continuar e...
(Sabetudo do Porto - Santos)
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Governo Dilma luta contra interesses de Daniel Dantas e da Libra Terminais
Se fosse verdade que o Governo Dilma luta contra interesses da Libra Terminais e...
(Zé do Porto - Santos)
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Trabalho portuário é seguro?
Um pecado esta matéria não ter um só comentário. O Sr. Aureo, simplificou muito ...
(Forever Safety - Itj)
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Discutindo a segurança do trabalho
É uma pena não haver um só cometario sobre essa matéria tão importante. Estou to...
(Forever safety - Itj)
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Pacote Portuário (XVIII): planejamento (portuário) centralizado ou descentralizado?
Excelente artigo Freddy. Parabens pff...
(Paulo fleury - Rio de Janeiro)
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Astros e atrizes a bordo de cruzeiros
Prezado amigo Laíre,vendo o seu comentário sobre Doris Day,não pude deixar de le...
(Julio Augusto Rocha - São Paulo)
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BTP assina acordo com sindicato para contratação de 48 conferentes em Santos
eu gostaria de saber, se quem não tem ogmo, não vai ter oportunidade de trabalha...
(Vânia dos santo - santos)
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Pacote Portuário (XVIII): planejamento (portuário) centralizado ou descentralizado?
O Governo pode procurar centralizar esforços na formação de uma Organização Cent...
(João Gomes Ribeiro N - São Paulo)
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Dilma faz apelo para o Congresso votar a MP dos Portos
Quem dera que a nossa Presidenta tivesse a mesma ansiedade devotada à aprovação ...
(Zé do Porto - Santos)
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Dilma faz apelo para o Congresso votar a MP dos Portos
Dilma tá na hora de se conformar, não será dessa vez que o Eike Batista terá o r...
(Anão do cidade contr - Belém)
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Texto atualizado em 01/01/2000 - 00:00
P

P. (Símbolo designado Papa’’.). O Código Internacional de Sinais estabelece a representação desta letra por uma bandeira azul com um pequeno retângulo branco ao centro. Içada isoladamente significa: "Todos a bordo: a embarcação está prestes a sair."

 

PÁ CARREGADEIRA. Equipamento mecânico utilizado na área portuária, destinado a carregar caminhões ou vagões com graneis sólidos e empurrar ou rechegar porções.

PORÇÕES DE POPA. Parte do forro exterior que reveste o esqueleto da popa do navio e é suportada pelo cadaste.

 

PAIOL. Compartimento destinado à guarda ou armazenamento de material de qualquer espécie. Seu nome é em função da utilização: paiol da amarra, paiol do mestre etc.

 

PAIOL DA AMARRA. Compartimento situado na proa, por ante-a-ré da antepara de colisão, destinado à guarda das amarras das âncoras.

 

PAIOL DO MESTRE. Compartimento situado na proa do navio, onde são guardados cabos, lonas etc., enfim, todo o material destinado aos trabalhos de marinheiro.

PAJEM. Marinheiro de graduação inferior a grumete, encarregado da limpeza do barco, em belonave.

 

PALAMENTA. Conjunto de objetos acessórios que são considerados indispensáveis à navegação, devendo ter presença obrigatória a bordo. Abrange, entre outras peças, o leme, a cana-do-leme, as bandeiras e paus de bandeira, os estropos, os salva-vidas, os ancorotes, as defensas, as lanternas e os cabos de atracação.

 

PALLETS. Denominação dada a um estrado de madeira usado na movimentação e empilhamento de mercadorias; tabuleiro. Caracteriza-se também como um acessório de dimensões definidas, dotado de dispositivo de apoio para o garfo das empilhadeiras e conexão com os lingados, utilizado para o acondicionamento de diversos tipos de cargas, possibilitando o seu manuseio de forma unitizada.

 

PALLETS OU PELOTAS. São os grãos ou pedacinhos de produtos de qualquer natureza, tais como: palieis de minério, de minerais etc.

 

PANO. l. Designação genérica das velas de uma embarcação. 2. Cada uma das tiras de tecidos que, justapostas e cosidas, compõem as velas. A expressão "a todo o pano’’ quer dizer: navegando com todas as velas abertas.

 

PAQUETE. l. Navio grande, geralmente movido a vapor, para transporte de passageiros (turismo), correspondência e mercadorias. 2. Tipo de embarcação a vela, do alto São Francisco, para transporte de passageiros e cargas. 3. Antigo veleiro de pequenas dimensões que transportava mercadorias, passageiros e, principalmente, correspondência.

 

PARALISAÇÃO. Tempo de interrupção da operação portuária por um motivo determinado. A paralisação pode ser: l. por conta do agente-espera de atracação; de estiva; de caminhões; caçambas; espera de carga; de vagões; abertura e fechamento de porões, à disposição de bordo; do requisitante (quando a turma de capatazia for requisitada e no horário da operação); mudança de porão; remoção de guindaste no porão ou convés; de guindaste para mudança de porão; manobra de embarque

para mudança de berço; de alvarenga-to/z; defeito do equipamento de bordo; colocação de material de apoio a bordo; colocação ou retirada de empilhadeira; retirada de volume já embarcado e avariado a bordo; lingando mangote; falta de material e acessórios para estiva; falta de documentos ou despachos; arqueação; preparativos em terra para colocação do mangote; defeito de eclusa; defeito no moinho; dispensa de turma sob conciliação da operação; defeito na rampa do navio; rechego etc.; 2. por conta do porto - remoção de guindaste; defeito no guindaste; na ponte rolante; na empilhadeira, na empilhadeira de containers; no guindaste sob rodas; no grab, da cábrea; no sugador; no readier, espera do guindasteiro; do operador de empilhadeiras; espera do pessoal da oficina; falta de energia etc.; 3. por conta mútua - chuva; agitação das águas; falta de energia etc.

 

PARCEL. l. Banco de areia encoberto a pequena altura pela água do rio ou do mar. 2. Recife.

 

PAREDE. Local ou ponto, na extremidade do cais, onde são recrutados os estivadores para entrarem em serviço.

 

PARQUE. Parte das salinas onde se recolhe a água do mar para extrair o sal.

 

PARTE. Denominação dada ao usuário do porto.

 

PÁTIOS DE ESTOCAGEM. São as áreas descobertas que se encontram localizadas na área de um porto, intercaladas aos armazéns ou isoladas, destinadas ao recebimento de cargas pesadas ou de natureza especial.

 

PATOLA. Equipamento usado para a movimentação das bobinas de papel, ou cargas com embalagens assemelhadas.

 

PAU. Nome genérico dos mastros, hastes ou antenas da embarcação.

 

PAU DA BANDEIRA. Pequeno mastro colocado no painel de popa dos navios, onde se iça a bandeira nacional. Nos navios de guerra, a bandeira só é içada no pau da bandeira quando o navio estiver fundeado ou atracado.

 

PAU DA BANDEIRA DO CRUZEIRO. Pequeno mastro colocado no bico de proa, onde se iça, quando o navio está fundeado ou atracado, a bandeira do Cruzeiro, distintivo dos navios de guerra brasileiros.

 

PAU DE CARGA. Denominação dada a um aparelhamento de bordo, com função semelhante à do guindaste de terra, utilizado geralmente para retirar a carga do porão e colocá-la no convés.

 

PAU REAL. Pau de carga com capacidade para operar com grandes pesos, geralmente acima de vinte toneladas.

 

PÉ. l. Unidade de medida linear anglo-saxônica equivalente a 12 polegadas ou a 30,48 centímetros. 2. Parte inferior do leme, dos mastros e mastaréus ou dos paus de cutelo.

PEIA. Designação genérica dos cabos usados para prender (pear) quaisquer objetos de bordo, evitando que se desloquem com o balanço da embarcação.

 

PEIAS DE BALANÇO. Peças fictícias do aparelho náutico que, por brincadeira, se manda buscar por marujo ou aspirante novato.

 

PENÍNSULA. Porção de terra cercada de água por todos os lados, à exceção do trecho (istmo) que a liga a um território mais vasto.

 

PERAU. l. Declive abrupto do fundo, junto à costa, com tendência ao rápido aprofundamento. 2. Depressão da areia escavada pela arrebentação.

 

PERCHA. Cada uma das molduras colocadas como enfeite na proa do navio.

 

PERÍODO CONTÍNUO. Refere-se a operações que são realizadas sem interrupções para refeições ou mudança de turnos, com a movimentação por sugadores, correias transportadoras ou oleodutos. Este período tem precedência sobre os domingos e feriados.

 

PERMANENTE. Tripulantes de alguns navios a vela que sobem aos mastros para realizar movimentos de velame.

 

PESAGEM. Serviço especial que o porto presta aos seus usuários, que consiste na pesagem de volumes por unidade ou de carga a granel, transportados por caminhões ou vagões.

 

PESCADORES. São aqueles que exercem a profissão de pesca.

 

PESCAR DE LUVA. Ato ou efeito de ficar o barco a receber o vento pelo bordo oposto àquele por onde vai amurado, passando com a popa pela linha do vento, devido ao mau tempo ou à imperícia do timoneiro.

 

PESCARIA DE POITA. Pesca que se realiza com o barco fundeado no ancoradouro.

 

PESO MORTO. Diferença em peso entre o deslocamento máximo e o deslocamento mínimo de um navio de guerra, tais como: o peso da munição, do combustível, da água de reserva das caldeiras, da água potável e para banho e sanitários; dos mantimentos, do material de consumo e das guarnições e seus pertences. Nome pelo qual, em navios mercantes, se designa, impropriamente, o porte bruto.

 

PESO MOVIMENTADO COM A PARTICIPAÇÃO DO PORTO. Designa a tonelagem da carga movimentada no cais, inventada da tonelagem movimentada nos terminais privativos, mesmo que localizados no próprio cais.

 

PESO MOVIMENTADO SEM A PARTICIPAÇÃO DO PORTO. Designa a tonelagem da carga movimentada nos terminais privativos localizados no âmbito da área de administração ou jurisdição do porto, abrangendo aqueles situados no próprio cais.

PESQUEIRO DE ARRASTO. Navio pesqueiro que opera arrastando uma rede para a captura do pescado.

 

PESSOAL DA MARINHA MERCANTE. Constituído por todos aqueles que exercem suas atividades a bordo das embarcações nacionais, nas oficinas e estaleiros de construção naval e nos trabalhos de carga e descarga das embarcações (RTM, artigo 318).

 

PESTANA. Cada uma das extremidades dos braços de uma âncora.

PICADEIRO. Armação de madeira ou aço que apóia pontos do fundo do navio, durante a construção ou reparo.

 

PICADEIRO CENTRAL. Picadeiro colocado sob a quilha, suportando todo o peso do navio, durante a construção ou reparo em seco.

 

PICADEIRO LATERAL. Picadeiro colocado sob o fundo do navio, afastado da quilha, para dar estabilidade ao navio durante a construção ou reparo em seco.

 

PÍER. Plataforma enraizada em terra, ou em um quebra-mar, acostável em um ou em ambos os lados, para funcionar como cais. É um cais, não paralelo à linha de costa, mas a ela perpendicular, ou com ela formando um ângulo, oferecendo a vantagem de permitir atracação pelos dois lados (Daltro Barbosa Leite).

 

PIVOTAMENTO. Situação durante o lançamento em que o navio adquire flutuabilidade positiva e apoia-se, em terra, somente sobre o pródigo de vante do carro de lançamento. Também chamado de giro.

 

PLANAR. Ato ou efeito de o barco deslizar à flor d’’água em alta velocidade. Esse movimento está ligado ao perfil da carena e a seu atrito com o ar e a água.

 

PLANO DE ARRANJO GERAL. Plano mostrando a subdivisão interna do navio, tendo para isto representados todos os pavimentos com as subdivisões neles existentes, os nomes dos compartimentos e a localização dos acessos.

 

PLANO DE CAPACIDADE. Plano contendo as informações importantes para a estiva e manuseio da carga a bordo, tais como: desenhos mostrando os compartimentos do navio; cubagem de todos os compartimentos de carga e tanques; capacidade de carga no convés; tabela mostrando os efeitos de variações longitudinais de peso sobre o compasso; escala de deslocamento, mostrando no mínimo a inter-relação entre calado, deslocamento e porte bruto; capacidade e arranjo dos aparelhos de manuseio

de carga.

 

PLANO DE FLUTUAÇÃO. Plano horizontal pelo qual o casco é cortado pela superfície do mar. Este plano corta o costado segundo uma linha que se chama linha de flutuação ou linha-d’água.

 

PLANO INCLINADO. Obra de madeira destinada a construção e consertos de embarcações.

 

PLATAFORMA. O pavimento mais elevado de qualquer superestrutura e, de modo geral, qualquer pavimento parcial elevado e descoberto, que recebe nome conforme sua utilização: plataforma dos holofotes, plataforma de sinais etc. Diz-se também plataforma de um navio, para indicar suas condições de calado e de inclinação para determinado deslocamento; assim, estabelecer a plataforma de um navio é calcular suas condições de equilíbrio.

 

PLATAFORMA EXTERNA. Faixa de calçada, do lado da rua, em toda a extensão e ao nível do chão do armazém do porto, onde são entregues ou recebidas as mercadorias.

 

PLATAFORMA INTERNA. Faixa de calçada, dentro do cais, em toda a extensão e ao nível do chão do armazém do porto, onde é manipulada a carga destinada ao embarque ou recebimento, na descarga. É o local em que o guindaste apanha ou deixa a lingada.

 

PLIMSOLL. Nome do congressista inglês que, entre 1873 e 1876, provocou no Parlamento Britânico discussões que levaram à aprovação de leis e convenções destinadas a impedir a sobrecarga perigosa dos navios mercantes. Daí se originaram os termos ’’disco de PlimsolP e marcas de PlimsolF.

 

PLUMA. Denominação de diversos cabos náuticos.

 

PMC. Iniciais de parque de minério e carvão.

 

PMP. Iniciais de pátio de material pesado.

 

POÇO. Espaço entre o castelo, ou o tombadilho, e a superestrutura central, num navio mercante; este espaço é limitado inferiormente pelo convés principal, e lateralmente pelas amuradas e pelas anteparas frontais do castelo, ou do tombadilho, e as superestruturas centrais.

 

PODER FLUTUANTE. Qualidade que o navio tem de poder sustentar-se mais ou menos tempo sobre a água, quando com água aberta.

 

PODER GIRATÓRIO. Facilidade que o navio tem de obedecer à ação do leme ou dos hélices, descrevendo curvas com raio e rapidez diversos.

 

POLEAME. Conjunto de todas as peças que servem para fixar ou dar retorno aos cabos.

 

POLEGADA. Unidade de medida inglesa equivalente a 25.3995 milímetros ou, por aproximação, a 25,4 milímetros.

 

POLÍCIA MARÍTIMA. l. Corporação que vigia os portos e costas, encarregada de evitar a entrada de contrabando no país. 2. É o efetivo policial que exerce as suas atividades no porto e a bordo dos navios que por ele passam, com a função de fiscalizar o serviço de embarque e desembarque de passageiros e cargas, bem como o trânsito de embarcações, além de prestar auxílio às autoridades aduaneiras e da Capitania dos Portos.

 

POLÍCIA NAVAL. Contingente de pessoas vinculadas permanente ou temporariamente à Diretoria de Portos e Costas (DPC), para fiscalizar e exigir a fiel observância e cumprimento das leis, regulamentos, disposições e ordens referentes à navegação e à marinha mercante, ao que preceitua o (RTM) Regulamento para o Tráfego Marítimo, inclusive estreita cooperação com autoridades civis e militares na repressão ao contrabando e o descaminho (RTM, decreto n° 50.330, de 10 de

março de 1961, artigo 59, tít. II, cap. X).

 

PONTA. Porção de terra que se estende mar adentro, tendo, contudo, menor extensão que um cabo.

 

PONTAL. l. Distância vertical que separa a quilha do convés principal ou da primeira coberta de baixo para cima; é medida à meia-nau. 2. Ponta arenosa ou rochosa que se projeta para o mar a partir da costa.

 

PONTÃO. l. Navio que não pode mais navegar, utilizado como depósito, hospital, escola etc. 2. Tipo de plataforma flutuante, sem propulsão própria, destinada aos mais diversos serviços portuários. O mesmo que flutuante.

 

PONTE ROLANTE. Equipamento instalado nos armazéns, com a finalidade de movimentar as cargas no seu interior, empregado nos serviços de empilhamento, desempilhamento e remoção de volumes.

 

PONTO. Cálculo da latitude e da longitude que determina o local do globo onde se encontra uma embarcação.

 

PONTO DE CHAMADA. Marca ou local a que o navio é exigido se reportar para estabelecer sua posição (também conhecido como ponto para informações ou posição de chamada). Sinónimo de ponto de reportagem.

 

PONTO DE RECEBIMENTO. Marca, posição ou local no qual um navio passa a efetuar procedimento obrigatório de entrada, trânsito ou escolta, tais como: entrada de porto, trânsito em canal ou auxílio de quebra-gelo.

 

POPA. Extremidade posterior da embarcação, oposta à proa.

 

POR ANTE-A-VANTE. Expressão comparativa de localização pela qual se faz referência a um objeto situado mais próximo da proa que outro.

 

PORÃO. l. Cada um dos grandes espaços estanques, entre o fundo ou o teto do fundo duplo e a coberta imediatamente superior, destinado à arrumação da carga. 2. Espaço entre o estrado e o fundo do navio, onde são coletados restos de óleo, água etc. para esgoto. 3. Espaço abaixo da última coberta ou estrado.

 

PORTA-A VIÕES. Navio de construção especial, que tem a finalidade de transportar aviões, para que os mesmos sejam operacionais de forma integral, quando se fizerem exigidos. O mesmo que navio-aeródromo.

 

PORTA-CONTAINER OU PORTAINER. Denomina-se um equipamento utilizado na área portuária, destinado à operação de embarque e desembarque de container.

 

PORTA DE MAR. Porta móvel ao redor do eixo horizontal, abrindo de dentro para fora, através da qual se descarregam as massas de água que enchem a embarcação quando navega em mar grosso.

 

PORTA DO LEME. Conjunto formado pelo chapeamento da superfície do leme e armação que a suporta. É sobre a porta que age a pressão de água, fazendo o navio mudar de rumo.

 

PORTA ESTANQUE AO TEMPO. Porta que comunica um compartimento interno com o exterior e que se destina a impedir a passagem de água da chuva ou de borrifos de mar.

 

PORTAINER. Equipamento básico de todos os portos destinado a atender as frotas internacionais especializadas, nas quais o tempo de atracação deve ser o mais reduzido possível. O portainer é usado na movimentação de container.

 

PORTALÓ. l. Lugar onde se entra numa embarcação, ou por onde se embarca ou se recebe carga. 2. É a denominação dada à entrada oficial do navio. É o acesso principal do navio. 3. Abertura feita na borda, ou passagem nas balaustradas ou, ainda, abertura nos costados dos navios mercantes de grande porte, por onde entra e sai do navio, ou por onde passa, a carga leve. Há um portaló de bombordo (BB) e um de estibordo (BE), sendo o último considerado o portaló de honra nos navios de guerra. Liga-se frequentemente a uma escada.

 

PORTAR. Puxar um cabo, espia, amarra etc.

 

PORTE BRUTO. Diferença entre o deslocamento totalmente carregado e o deslocamento leve. Compreende, portanto, os pesos do combustível, lubrificantes, aguada, água de alimentação, sobressalentes, tripulação e seus pertences, mantimentos, carga e lastro, passageiros e bagagens. O porte bruto é muito conhecido pêlos termos ingleses deadweight ou gross deaâweight (grôuss diduêit) = carga bruta.

PORTE LÍQUIDO. Parcela do porte comercialmente utilizável. Compreende, portanto, o peso da carga, passageiros e suas bagagens, mala de correio e outros itens sobre os quais é possível cobrar frete ou passagem; é também chamado porte útil e muito conhecido pelo termo inglês net deaâweight (net = líquido; deaâweight [diduêit] = ato ou ação do peso - carga, da sobrecarga).

 

PORTE NEGOCIÁVEL. Parcela do porte ainda disponível para levar o navio mercante da linha de flutuação em que se encontra até a linha de flutuação em plena carga. É a quantidade de carga à espera de transporte que ainda se pode negociar na praça. Diz-se, também, porte comercial.

 

PORTE ÚTIL. O mesmo que porte líquido.

 

PÓRTICO Ou TRANSTAINER. Equipamento destinado à utilização para arrumação de containers no pátio de estocagem. O seu deslocamento é realizado através de trilhos ou sobre pneus.

 

PORTINHOLA. Aba que fecha o portaló ou qualquer outra passagem na borda.

 

PORTO. Lugar abrigado contra os ventos e contra as ondas, com instalações suficientes para apoiar a navegação e realizar operações de caga e descarga de mercadorias, embarque e desembarque de passageiros etc. É o elo de ligação entre os transportes aquáticos e terrestres, onde se encontram todas as instalações portuárias para carga e descarga, pátios, armazéns etc. A área onde os navios ficam fundeados, aguardando oportunidade para atracação ou aguardando berço no cais, é o que se denomina de anteporto. O corredor de ligação entre o alto-mar e as instalações

do porto é o que se denomina canal de acesso de um porto.

 

PORTOS ARTIFICIAIS. Aqueles que exigem obras de abrigo para que tenham condições de funcionar.

 

PORTOS CARVOEIROS E DE MINÉRIOS. Aqueles que exigem amplas profundidades e instalações mecânicas especiais, para carga e descarga, a exemplo das esteiras transportadoras.

 

PORTOS COMERCIAIS. Os que estão convenientemente aparelhados para operações de carga e descarga de navios mercantes. Diz-se, também, portos de amarração.

PORTOS DE CARGA GERAL. Aqueles que se encontram instalados em caráter geral, movimentando sacarias, fardos, caixarias, além de possuírem armazéns e pátios de estocagem.

 

PORTOS DE PESCA. Aqueles que podem ser de pequena profundidade, mas de amplas instalações de cais acostável. São portos que exigem tendais para redes, depósitos frigoríficos, fábrica de gelo etc.

 

PORTOS EXTERNOS. Aqueles situados junto ao mar.

 

PORTOS FLÚVIO-MARÍTIMOS. Aqueles que se encontram situados em trechos de rios sujeitos às marés.

 

PORTOS INTERNOS. Aqueles situados no interior de uma baía, rio ete.

PORTOS LACUSTRES. Aqueles situados à margem de um lago ou lagoa.

 

PORTOS MILITARES. Aqueles que devem dispor de amplos ancoradouros para abrigar os navios de guerra. As entradas e saídas do porto devem ser definidas militarmente pelo comando terrestre. O cais de um porto militar pode ser de pequeno comprimento.

 

PORTOS NATURAIS. Aqueles instalados em locais naturalmente abrigados.

 

PORTOS ORGANIZADOS. Todos aqueles que tenham sido melhorados ou aparelhados, atendendo às necessidades da navegação, da movimentação e guarda de mercadorias e cujo tráfego se realiza sob a direção de uma administração do porto (decreto n° 24.447, de 22 de junho de 1934 e decreto n° 24.508, de 29 de junho de 1934).

 

PORTOS PETROLEIROS. Aqueles que devem possuir grandes profundidades. Sua principal característica é não exigir cais corrido para as operações de carga e descarga. São ospiers que, em síntese, são pontes mais leves, porém capazes de suportar as tubulações de escoamento dos produtos. Nesses portos as medidas de segurança devem ser extremas.

 

PORTUÁRIO. l. De, ou relativo a porto. 2. Indivíduo que trabalha no porto. 3. Estivador.

 

PORTUGUESA. Nó ou amarração feita de um cabo, a fim de segurar as antenas da cabrilha.

 

POSIÇÃO DE CHAMADA. Posição na qual o navio deve reportá-la.

 

POSIÇÃO DE FUNDEIO. Posição onde um determinado navio está fundeado ou deverá fundear.

 

POSTIGO. Tampa que fecha vigias, gateiras e demais aberturas de bordo.

 

POSTO. Lugar destinado a um navio de uma esquadra.

 

POTÊNCIA OFENSIVA. Compreende as armas empregadas para causar dano ao inimigo. É determinada pelo número, tipo e tamanho dos aviões, canhões, tubos de lança-torpedo e aparelhos de lançamentos de bombas, foguetes etc. que armam o navio.

 

PRAÇA D’’ARMAS. Compartimento que serve de refeitório e sala de estar para oficiais, nos navios de guerra.

 

PRAÇA DE CALDEIRAS. Compartimento onde são instaladas as caldeiras principais do navio.

 

PRAÇA DE MAQUINAS. Compartimento onde são instaladas as máquinas principais do navio.

 

PRAÇA DO NAVIO. Capacidade de transporte de mercadoria.

 

PRANCHA. l. Espécie de ponte, geralmente de madeira, que se prende no capelo e se estende entre duas embarcações ou entre a embarcação e o local de fundeio, para o trânsito da tripulação. 2. Canoa de dois mastros e velas triangulares, frequente no baixo rio Paraíba do Sul, onde também é conhecida como chata. 3. Barco usado no transporte fluvial de carga na região mato-grossense da bacia do Paraguai; tem proa saliente, costado bojudo e cobertura de tábuas, e é propelido com varas ou velas.

 

PREAMAR. l. Nível mais alto alcançado pelas águas em seu movimento de subida após cada baixa-mar. 2. Maré alta.

 

PREGUEIRO. l. Embarcação de grande calado. 2. Barco que demanda muita água ou de grande quilha.

 

PREGUIÇOSO. Barco vagaroso, sobretudo na manobra de virar de bordo.

 

PRÉ-LINGADA (FRÉ-SLING). Denominação dada a uma rede especial, fabricada com fios de poliester ou similar, suficientemente resistente, de forma a constituir um elemento adequado à unitização de mercadorias ensacadas, empacotadas ou condicionadas de outras formas semelhantes.

 

PROA. Extremidade anterior de uma embarcação no sentido de sua marcha normal. Tem a forma exterior adequada para mais facilmente fender o mar e resistir aos esforços causados pêlos golpes da água.

 

PROA BOLBOSA. Proa dotada de bolbo.

 

PROA LANÇADA. Proa que tem a roda de proa reta e o bico de proa mais avançado que o pé da roda de proa.

 

PROA TALHANTE. Proa de embarcação armada de talha-mar.

 

PROA TIPO CLIPPER. Proa que tem a roda de proa côncava e o bico de proa mais avançado que o pé da roda de proa.

 

PRÓDIGO. Cada um dos madeiros verticais e oblíquos que reforçam o costado e o fundo da embarcação.

 

PRÓDIGO DE POPA. Estrutura construída sob a popa do navio, compondo a parte de ré do carro de lançamento, que impede o deslocamento para ré do navio, quando em cima do carro de lançamento.

 

PRÓDIGO DE VANTE. Estrutura construída sob a proa do navio, compondo a parte de vante do carro de lançamento, resistente o suficiente para suportar os esforços que ocorrem no pivotamento.

 

PRODUÇÃO-TONELADAS/METROS LINEAR DE CAIS/MÊS. Relação entre o total da carga transportada durante o mês em apuração e o comprimento do cais, isto é:

Prod. t/m/m = Toneladas transportadas. Comp. (berço) (trecho) (porto)

 

PROLONGAR. l. Colocar o barco em posição paralela e muito próximo a outro em um cais etc. 2. Atracar.

 

PRONTO A VIRAR! Voz que se emprega antes da manobra de virar a roda.

 

PROTEÇÃO. Compreende os dispositivos empregados para neutralizar ou reduzir ao mínimo os efeitos das armas inimigas e, com outros fatores como a velocidade, define a capacidade defensiva do navio.

 

PROTEÇÃO ESTRUTURAL. Conjunto de arranjos estruturais destinados a reduzir os efeitos dos acertos de projéteis, mísseis, torpedos e minas nas obras vivas dos navios de combate.

 

PRUMO. Dispositivo para determinar a profundidade da água onde está a embarcação e, às vezes, a natureza do fundo.

 

PRUMO DA BOMBA. Régua de ferro graduada, estreita, que serve para medir a altura da água no porão do barco ou a quantidade de água que o navio faz a cada hora.

Comentários ( 2 )
Enviado por maria de lourdes souza dos santos em 20/06/2008 (santos)

uma expressão muito conhecida no porto e não encontrei esta palavra no dicionário. Acredito que seria muito útil está no dicionário. "PRATICAGEM" que na realidade ainda não entendi a definição desta palavre. Poderia os Srs. me explicar de uma maneira bem clara??? Tks a lot
Enviado por Alexandre A. de Magalhães em 20/06/2008 (Rio de Janeiro)

Prezada Lurdes, praticagem s.f [ prático + agem] 1. Mar. Ação de conduzir embarcação através de áreas restritas, com base no conhecimento minucioso dos acidentes hidrográfico de tais áreas. 2. O conjunto de práticos de determinada área. "Novo Dicionário da Língua Portuguesa" (Aurélio Buarque de Holanda Ferreira) praticagem s.f. Mar. 1 Arte de conduzir com segurança embarcações em portos e áreas restritas, aprendida com a prática. 2. Ofício de prático. “Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa” (Instituto Antônio Houaiss de Lexicografia) praticagem s.f. Mar. 1 Atividade que consiste em conduzir embarcações com base no conhecimento dos acidentes e pontos característicos da área onde é desenvolvida, a fim de proporcionar maior eficiência e segurança à navegação. 2. A totalidade dos práticos de uma área determinada. 3. A profissão do prático. “Enciclopédia Caldas Aulete” (Caldas Aulete) praticagem s.f. 1. Ação de conduzir embarcação através de áreas restritas; pilotagem. 2. O conjunto de práticos de determinada área. “Grande Enciclopédia Larousse Cultural” (Nova Cultural) Eis algumas definições. Vamos a etimologia? prática s.f. ’uso, experiência, exercício.’ Do lat. med. practica, derivado do gr. Praktike. Do lat. Tardio practicus, derivado do gr, praktikós. “Dicionário Etimológico” (Antônio Geraldo da Cunha) agem suf.. 1 nom. F.: Do lat. -(a)go, inis, de -a-, vogal temática, + suf. -go, inis. “Aulete Digital” Sorte!
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