Frota da cabotagem é inadequada às necessidades do País
A frota mercante de cabotagem é inadequada para as necessidades da economia nacional. No entanto, a cabotagem ainda pode aumentar sua participação na matriz de transporte de carga geral em contêineres. Para tanto, é preciso que haja carga regular e em quantidade suficiente que viabilize o surgimento de linhas de cabotagem entre as regiões do Brasil. Veja detalhes.
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Portos nacionais estão longe de serem plataformas logísticas
Carlos Henrique Rocha, especialista em engenharia econômica e coordenador do Centro Interdisciplinar de Estudos em Transportes (Ceftru) da Universidade de Brasília (UnB), avalia a estrutura portuária brasileira e conclui que ela ainda não é adequada para a cabotagem. Veja todas as respostas do entrevistado.
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Equilíbrio no fluxo de cargas é essencial para viabilizar cabotagem
Não basta dotar os portos de infraestrutura e semear boa vontade Brasil afora para desenvolver de forma sustentável o transporte via cabotagem no País. O desequilíbrio do fluxo de carga entre as regiões Sul-Sudeste e Norte-Nordeste aumenta os custos das operações. Prova disso é o balanço divulgado pela Log-In nesta semana. No segundo trimestre deste ano, a maior parte do volume de cargas operado pela empresa foi movimentada no sentido Norte, com cargas originadas nas regiões Sul e Sudeste. Leia na íntegra.
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Presidente da Cianam quer legislação ágil para a cabotagem
“Botar a carga em um caminhão é muito mais rápido e mais fácil do que realizar o transporte via cabotagem”. A declaração de Waldemar Rocha Junior, presidente da Câmara Interamericana de Associações Nacionais de Agentes Marítimos (Cianam), evidencia a burocracia que impede o desenvolvimento da cabotagem no Brasil. Ele destaca, entretanto, que não há somente um único problema que, caso resolvido, minimizará as dificuldades de realizar o transporte aquaviário interno no País. Para ler a matéria, clique aqui.
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Cabotagem cresce menos do que a expectativa do mercado
O estudo "Perspectivas do Crescimento de Transporte por Cabotagem no Brasil", feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) em 2005, mostrou que o transporte por cabotagem tinha, na época, condições de aumentar a movimentação em dez vezes no País. A análise também mostra que, em 2004, apenas 10% da carga que poderia ser transportada por cabotagem de fato utilizou esse modal. Confira a matéria.
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Para técnico do Ipea, cabotagem precisa de mais estímulo e incentivos
Em mentrevista ao PortoGente, Carlos Campos, coordenador de infraestrutura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), atualiza o estudo coordenado por ele em 2005, em que analisava as perspectivas e obstáculos para a cabotagem. Apesar do crescimento significativo nos últimos cinco anos, o setor ainda tem muito a enfrentar para que se consolide no Brasil. Acompanhe a entrevista.
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Redução de impacto ambiental é ponto forte da cabotagem
Também estão entre os aspectos positivos da cabotagem a diminuição do transporte rodoviário de cargas e o aumento da eficiência energética nacional com o uso de um transporte com menor consumo de combustível são alguns deles. Leia mais.
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Grupo de trabalho na Casa Civil discutirá cabotagem
Para conseguir de fato implantar o projeto, o governo terá que discutir alguns pontos que já são questionados pelas empresas privadas de cabotagem. Entre os obstáculos está a falta de incentivo do próprio governo para a produção do combustível que abastece os navios de cabotagem. Veja mais.
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SEP apresenta Projeto de Cabotagem em Fortaleza
Segundo a Secretaria Especial de Portos (SEP), a discussão do tema minimiza o custo da operação e melhora a logística dos portos nacionais. Leia mais.
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Incentivo à cabotagem da SEP quer integrar todo o País
Desde janeiro, o Governo Federal está trabalhando na implantação do Projeto de Incentivo à Cabotagem (PIC). O País possui 37 portos públicos, sendo 34 marítimos e três fluviais. Do total, 32 têm condições para trabalhar com a cabotagem. Veja a matéria.
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Custos e infraestrutura inadequada são os principais problemas
Com cerca de nove mil quilômetros de costa e privilegiada rede hidroviária, o Brasil encara a frustração de não conseguir desenvolver o transporte de cabotagem e equilibrar a matriz nacional de transportes. Clique para ler na íntegra.

Ilustração do chargista Betto Cordeiro