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    Texto atualizado em 30 de Maio de 2006

    por Claudia Floresta *
     
     

    Vamos falar a respeito de um assunto que, hoje, me diz respeito diretamente: o desemprego.

    Quantas pessoas estão nessa mesma situação? Quantas pessoas sentem na própria pele o quanto o desemprego é um problema real no seu dia-a-dia?

    Bem, o que causa o desemprego? Essa pergunta é muito ampla. Afinal, são fatores demais envolvendo um mesmo assunto. Podemos classificá-los em recessão, em problemas políticos, inclusive internacionais, de estrutura, de retenção de impostos (sabemos que o brasileiro arrecada, direta ou indiretamente cerca de 63 impostos e taxas por mês, entre eles, INSS, Cofins, ICMS, Taxas de serviços públicos, como telefone, energia elétrica, coleta de lixo, iluminação pública). Isso significa uma diminuição absurda em seus rendimentos, tendo ou não uma fonte de renda formal.

    Mas a questão ainda continua a mesma: o desemprego!

    No início a pessoa está meio perdida, por se ver em uma situação incomum ao seu cotidiano. Então, ela se refaz da surpresa e vai à luta. E com o passar dos dias, semanas, meses, a auto-estima vai sendo abalada, o seu amor-próprio diminui, e ela se sente uma incapaz!

    É exatamente nesse ponto que queria chegar. O desemprego não significa que você não seja capaz. Apenas que esta disponível no mercado de trabalho.

    Precisamos mudar alguns padrões, principalmente os mentais. Devemos nos colocar com mais objetividade, olhar para o horizonte e ver que sim, sempre há algo a se fazer. Se no momento o emprego que procuramos não nos “cai ao colo”, então, busquemos em nós mesmos novos talentos, aprendamos a valorizar o que tivermos de melhor, nem que o nosso melhor seja a nossa fé!

    O nosso maior erro é cair em desespero. E isso acontece, fatalmente. É humano!

    Nesses momentos, procurar alguém com uma visão externa e conversar é uma boa idéia. Mostrar nosso curriculum para alguém avaliá-lo também é recomendável. Sairmos do nosso circulo vicioso de pensamentos é o que nos fará fortes. E plantar sempre! Afinal, existe sim, o tempo do plantio, e o da colheita. Precisamos apenas esperar que o ciclo se faça.

     

    * Claudia Floresta é estudante de direito, apaixonada pela vida, por todos os conceitos que geram os conflitos e pelos acontecimentos do cotidiano das pessoas em geral.
    c.floresta@uol.com.br
    Enviado por Crys em 11/08/2006 
    Nem adianta pedir desculpas, pois sei que não mereço... Como é que eu posso ser tão lerda a ponto de não vim prestigia-la.... Miga, assim mesmo, desejo-lhe boa sorte nessa nova "encarada", sei que vc é dotada de talento e sabedoria. Clau, nem li o texto, passei direto para o comentário, por favor releva minha falta,vai? (rsrsrs, acabei pedindo desculpas, rsrsrs) Agora deixa eu ir ler vc... UM BEIJÃO (assim tudo maiúsculo mesmo, pra ter idéia da imensidão), rsrsrsrs... Adoro vc moça!
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