
O movimento intitulado Monteiro Lobato divulgou, nesta terça-feira (22), manifesto criticando a intenção do Governo Federal de privatizar os aeroportos, que têm cunho altamente estratégico para a defesa do Brasil, que ficaria vulnerável à invasões estrangeiras.
Nova praga
O manifesto recorre à história mundial para defender essa tese. “Um exemplo disto foi a invasão da Tchecoslováquia, que se deu através da tomada do aeroporto de Praga. Uma vez dominado o aeroporto, o desembarque de tropas e equipamentos bélicos se tornou fácil. E assim o país foi conquistado rapidamente”.
Essa preocupação se multiplica, ainda segundo o manifesto, com a descoberta do pré-sal, que tornou o Brasil, com suas reservas provadas de petróleo, num Iraque da América Latina.
Na mira
O manifesto lembra, ainda, que quando o pré-sal foi descoberto, a primeira providência do presidente americano, George Bush, foi reativar a 4ª frota naval.
Guerra e paz
“Portanto, a bem da segurança das nossas riquezas do petróleo, da biodiversidade que existe na Amazônia Verde, das riquezas da Amazônia Azul e em outras áreas detentoras de minerais nobres e estratégicos, temos que, não só proteger os nossos aeroportos como área de segurança nacional”.
As ferrovias
O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, em seminário nesta terça-feira (22), em Brasília, diz que o governo estuda uma forma de implantar um novo modelo de exploração do transporte ferroviário no Brasil e que estão de olho nas ferrovias da Europa, onde se separa o provimento da infraestrutura da operação e há a abertura para a participação de vários operadores, explicou.
Blog dos Estivadores de Aveiro, em Portugal, estão com a seguinte enquete: “Qual a política acreditas ser mais eficaz para o desenvolvimento do sector Portuário Nacional?”.
Resultado
Até o momento, 44% dos votantes querem maior intervenção pública nos portos portugueses; ganhando dos 11% que preferem a intervenção privada no setor.
Operação portuguesa
Por falar nos estivadores portugueses, veja o vídeo de operação de granel no Porto de Aveiro.
Vão-se os anéis
O Sindicato dos Conferentes de Itajaí (Santa Catarina) publicou nota sobre a greve da categoria que paralisou o porto catarinense durante 23 dias. A entidade diz que nunca imaginou que o movimento fosse durar tanto tempo com prejuízos para a cidade.
Cabo de força
Os portuários acreditavam que, por estarem amplamente amparados por normas legais, o arrendatário do porto de Itajai, a APM Terminals (leia-se Maersk), jamais disputasse ou ainda que arriscasse perder mais de 20 milhões de reais, em uma disputa de força.
Pôquer
Para o sindicato, a empresa "brincou" de apostar com a categoria dos conferentes e soma “lançada” no jogo foi de R$ 23 milhões, valor este que poderia custear, durante quatro anos, o pagamento de salários aos 54 associados sem vínculo empregatício.
Justiça sem vendas
Sobrou, também, para o judiciário local que, segundo o sindicato, merecia uma página com letras garrafais com os seguintes dizeres: “Repudiamos vossas decisões e nos envergonhamos com vossos atos”.
E mais
Leia matéria com o presidente do Sindicato dos Conferentes de Itajaí a jornalista Vera Gasparetto no blog Dia-a-Dia.
Portogente, um grande canal de comunicação universal
Média trimestral registrada nesta quarta-feira, dia 23/11/2011
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