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Acompanhar a movimentação sindical em portos é comum para o governo
Pois é, Da. Dilma, só trabalhador merece investigação no seu governo. Que tal in...
(Zé do Porto - Santos)
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Acompanhar a movimentação sindical em portos é comum para o governo
acho até importante o serviço secreto da pf,mas que pena que os corruptos politi...
(chagas - santos sp)
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Dilma estaria batendo um bolão?
Ela deveria chutar assim umas caixas de remédios para a população pobre e miserá...
(Mauro - Belém)
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Prorrogação de contratos após 93 passou na forma facultativa
É tanta pilantragem em jogo que nao se cria um ambiente saudável de investimento...
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Prorrogação de contratos após 93 passou na forma facultativa
QUEM REDIGIU ESSE TEXTO É UM LOBISTA DO GOVERNO OU DOS EMPRESÁRIOS? A POSTURA DO...
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MP abre caminho para competição entre portos públicos e privados
MP – Derrota ou Vitória – Trabalhador. A MP 595/2012 foi aprovada pela câmar...
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O plano para o retorno dos trens regionais em São Paulo (2) - continuação
Paulo Roberto parabéns pelo excelente artigo Sílvio...
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MP abre caminho para competição entre portos públicos e privados
E os "bagrinhos" que se cuidem...a delimitação da nova poligonal da área do port...
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Finalizar a votação da MP dos Portos antes das 23h, dá?
Destaque para: "Chinaglia disse ainda que o governo poderá apoiar um dos des...
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Câmara aprova vigilância dos portos pela guarda portuária
Não entendo como o Brasil não tem uma corporação especializada no policiamento p...
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Túnel do tempo: a Moore–McCormack Lines - continuação
Os ex-Moore Mc já tiveram 5 encontros o último em set/12 e deveremos ter o próxi...
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Oposição consegue obstruir votação da MP dos Portos e nova sessão será convocada ainda hoje
Meus caros deputados sou trabalhador Portuário e toda a comunidade portuaria est...
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Recordações da Moore-McCormack Lines
Lembramos muito incluindo os Navios lach ou seja largava o porão flutuante e pe...
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Governo Dilma luta contra interesses de Daniel Dantas e da Libra Terminais
A questão é que a Libra por sua postura contra T.P.A, traz problemas para toda...
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Governo Dilma luta contra interesses de Daniel Dantas e da Libra Terminais
PORTOGENTE, com sua já notória honestidade e empenho no melhor para os portos br...
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Governo Dilma luta contra interesses de Daniel Dantas e da Libra Terminais
A Presidente Dilma "se surpreendeu" com a emenda que permite à Libra continuar e...
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Governo Dilma luta contra interesses de Daniel Dantas e da Libra Terminais
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Trabalho portuário é seguro?
Um pecado esta matéria não ter um só comentário. O Sr. Aureo, simplificou muito ...
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Pacote Portuário (XVIII): planejamento (portuário) centralizado ou descentralizado?
Excelente artigo Freddy. Parabens pff...
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Astros e atrizes a bordo de cruzeiros
Prezado amigo Laíre,vendo o seu comentário sobre Doris Day,não pude deixar de le...
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BTP assina acordo com sindicato para contratação de 48 conferentes em Santos
eu gostaria de saber, se quem não tem ogmo, não vai ter oportunidade de trabalha...
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Pacote Portuário (XVIII): planejamento (portuário) centralizado ou descentralizado?
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Dilma faz apelo para o Congresso votar a MP dos Portos
Quem dera que a nossa Presidenta tivesse a mesma ansiedade devotada à aprovação ...
(Zé do Porto - Santos)
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Dilma faz apelo para o Congresso votar a MP dos Portos
Dilma tá na hora de se conformar, não será dessa vez que o Eike Batista terá o r...
(Anão do cidade contr - Belém)
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Texto publicado em 08/12/2011 - 07:49
Separatistas falham em conquistar Belém e temem derrota

Fonte: Valor Econômico

Por Cristiane Agostine | De Santarém

Cristiane Agostine/Valor / Cristiane Agostine/ValorSebastião Souza, líder de assentamento em Marabá: "Os políticos acham que é melhor enviar ambulâncias que construir hospitais"

Com o apoio previsto de um terço do eleitorado nas urnas, a campanha pela divisão do Pará esfriou. Integrantes do grupo a favor da criação dos Estados de Carajás e de Tapajós já falam em derrota no plebiscito que será realizado domingo em que poderão votar 4,8 milhões de eleitores.

"Seria demagógico falar que vamos ganhar", disse o presidente da Frente Pró-Criação do Estado de Carajás, deputado estadual João Salame (PPS), na terça-feira, ao Valor. "O Pará remanescente tem a maioria, concentra o eleitorado. A diferença de votos é muito grande", comentou o deputado.

A região de Belém concentra 64,7% do eleitorado, contra os 35% que estão em municípios que podem ser beneficiados com a criação dos dois Estados.

"Temos esperança de que [a campanha] tenha servido para tocar o coração das pessoas e que os governantes tenham entendido a necessidade de fazer governos mais próximos da população", afirmou Salame.

Na televisão, a campanha dos separatistas apostou em uma guerra de números ao falar de temas complexos como a Lei Kandir e o Fundo de Participação dos Estados (FPE) e não empolgou. A campanha contra a divisão do Estado apostou no tom emocional e na ameaça de que as mudanças prejudicariam toda a população. Na televisão, apostaram em pessoas famosas como o jogador Ganso, a atriz Dira Paes e a cantora Fafá de Belém, que entoou o hino estadual que louva o tamanho do Pará, e chegou a chorar na propaganda.

Nas duas últimas semanas, as frentes pró-divisão do Pará enfrentaram problemas e a campanha ficou desfalcada. Adversários da campanha pela divisão do Pará espalharam que o marqueteiro Duda Mendonça, responsável pelas campanhas pró-Carajás e pró-Tapajós, teria viajado para fora do Brasil e abandonado a disputa. "Ele foi embora mesmo", confirmou ontem o deputado federal Lira Maia (DEM), presidente da Frente Pró-Criação de Tapajós. "Mas ele foi embora porque a campanha já acabou", comentou. Ontem foi o último dia da campanha no rádio e na televisão.

Na reta final da campanha, os separatistas perderam programas no rádio e na televisão para dar direito de resposta ao governador do Estado, Simão Jatene (PSDB). Jatene usou os programas para alertar sobre os riscos de "irmão brigar contra irmão", falou de investimentos de seu governo nas áreas separatistas e criticou Duda Mendonça. O governador disse no início da campanha que ficaria neutro no plebiscito, mas depois declarou ser contra a divisão.

A possibilidade de perder o plebiscito já começou a gerar divergências entre as campanhas pró-Carajás e pró-Tapajós, que fizeram juntas a campanha. Lideranças da frente pró-Tapajós reclamam da condução dos programas na televisão, influenciada pelo grupo de Carajás.

"A nossa situação não é fácil", comentou o deputado Lira Maia, pró-Tapajós. "Mas ainda é possível", disse. "Enfrentamos uma disputa desigual, com o governador contra nós, a imprensa contra, o empresariado de Belém contra", comentou Maia. "Se tivermos 85% dos votos nas regiões separatistas e 25% dos votos em Belém, podemos ganhar", declarou o deputado.

Segundo pesquisa Datafolha realizada entre os dias 21 e 24 de novembro, 62% da população é contra a criação de Carajás e 61% não aprovam a criação de Tapajós.

O plebiscito opõe Belém ao interior. O Pará remanescente ficaria com apenas 17% do atual território e 64% da população. Carajás teria 58% das terras paraenses e 21% da população. Já Tapajós teria mais da metade da área do atual Pará, e 15% da população.

Belém teme perdas econômicas. Na região onde poderá ser criado o Estado de Carajás está a maior reserva de ferro do mundo, os principais investimentos da Vale, o maior rebanho de gado do Estado e a hidrelétrica de Tucuruí. Já em Tapajós está a prevista a hidrelétrica de Belo Monte. A região tem a maior parte de sua vegetação nativa conservada, além de concentrar áreas de preservação e aldeias indígenas. Santarém, que poderá ser a capital de Tapajós, é estratégica para a exportação de grãos do Centro-Oeste para a Europa.

Segundo estudos do Ipea, a divisão fará com que os três Estados tenham dívidas. O Pará remanescente deixaria de registrar um superávit de R$ 277 milhões para ter um déficit de R$ 788 milhões. Carajás teria um déficit de R$ 1,9 bilhão e Tapajós, R$ 964 milhões. A conta não inclui os custos das obras de infraestrutura para criação dos prédios públicos para atender os novos Estados.

Por outro lado, a população das regiões de Tapajós e Carajás defende a divisão na esperança de melhorar de vida. Os moradores reclamam da ausência do Estado e de problemas nas áreas de saúde, educação e segurança. O sentimento é de abandono, segundo descreve o trabalhador rural e sindicalista Sebastião Alves de Sousa, presidente do assentamento Pequiá, em Marabá. "Quando a gente precisa de atendimento médico a gente nem vai para Belém. Não adianta. É mais fácil ir para Teresina. Os políticos acham que é melhor enviar ambulâncias do que construir hospitais", diz. O principal argumento apresentado pelos separatistas é que os novos Estados, por serem menores, fará com que a população fique mais perto do governo. "Sabemos quem é contra a criação dos Estados e ficaremos contra eles na próxima eleição", diz Sousa.

No comando das frentes separatistas estão empresários do agronegócio, como os deputados federais Lira Maia, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, e Giovanni Queiroz (PDT), dirigente dessa mesma frente parlamentar e autor de um projeto de lei pela divisão do Pará.

Diante da resistência da capital à divisão do Pará, as campanhas pela criação de Tapajós e Carajás concentraram esforços em Belém. O resultado foi a tímida campanha nas áreas separatistas. Em Marabá não há faixas, folhetos, santinhos nem carros de som nas ruas. Nada indica que no domingo haverá o plebiscito, apesar de a cidade poder se tornar a capital de Carajás, se a maioria da população votar a favor do novo Estado. Na cidade, há apenas alguns adesivos nos carros com propaganda pró-divisão. Não há indícios da propaganda contrária.

Em Santarém, a propaganda a favor da criação de Tapajós está em faixas penduradas nas casas, cartazes nos comércios e adesivos nos carros. A separação da região é uma reivindicação histórica da população local. "Há 161 anos esperamos por isso", comenta Ednaldo Rodrigues, voluntário do comitê de campanha pela criação de Tapajós. No entanto, a propaganda é em menor volume do que é visto em eleições.

Mesmo se a maioria da população paraense votar a favor da divisão do Pará, a proposta ainda terá de ser aprovada pelo Congresso e sancionada pela presidente Dilma Rousseff.

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