Porto Literário
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Acompanhar a movimentação sindical em portos é comum para o governo
Afinal de contas que democracia é essa que ao invés de dar o direito da livre ma...
(CAETANO ESTIVADOR RJ - Rio de Janeiro)
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Acompanhar a movimentação sindical em portos é comum para o governo
Pois é, Da. Dilma, só trabalhador merece investigação no seu governo. Que tal in...
(Zé do Porto - Santos)
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Acompanhar a movimentação sindical em portos é comum para o governo
acho até importante o serviço secreto da pf,mas que pena que os corruptos politi...
(chagas - santos sp)
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Dilma estaria batendo um bolão?
Ela deveria chutar assim umas caixas de remédios para a população pobre e miserá...
(Mauro - Belém)
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Prorrogação de contratos após 93 passou na forma facultativa
É tanta pilantragem em jogo que nao se cria um ambiente saudável de investimento...
(Milton - Campinas)
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O que a AGU tem a dizer sobre a dívida da Libra Terminais?
Caros, obter entrevistas e até informações sobre o processo que envolve oito dis...
(Jornalismo Portogent - Brasil)
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O que a AGU tem a dizer sobre a dívida da Libra Terminais?
PORTOGENTE, nessa altura seria interessante entrevistar a diretoria do porto par...
(Pedro Portuário - Santos)
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Ação popular sobre o caso Libra Terminais-Codesp no Ministério Público
Incrível: a atual Juíza Federal se deu por suspeita na ação popular contra a neg...
(JJPena - São Vicente)
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Portos no caminho da modernização pós-8.630
Se modernização é isso, salve-nos Deus. ...
(Jupera - Santos)
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O que a AGU tem a dizer sobre a dívida da Libra Terminais?
E as gravações da Operação Porto Seguro a respeito da negociata entre a Codesp e...
(Zé do Porto - Santos)
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Não é tão simples assim: o PLC 9/2013 e a não obrigatoriedade da contratação do trabalho avulso
É um grande derrespeito com com quem carrega esse país nas costas ha mais de cem...
(leal - angra dos reis)
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Não é tão simples assim: o PLC 9/2013 e a não obrigatoriedade da contratação do trabalho avulso
Carla Regina: Esta Lei permite que as empresas contratem fora das regras da CLT ...
(Lourivando - Brasília)
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MP 595, Lei 8.630, economia e democracia
Uma coisa também é certa na esteira do novo marco regulatório portuário: a futur...
(tecnólogo - Guarujá)
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MP abre caminho para competição entre portos públicos e privados
MP – Derrota ou Vitória – Trabalhador. A MP 595/2012 foi aprovada pela câmar...
(Márcio Franco de Cas - Itacoatiara)
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O plano para o retorno dos trens regionais em São Paulo (2) - continuação
Paulo Roberto parabéns pelo excelente artigo Sílvio...
(SILVIO DOS SANTOS - Florianópolis)
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MP abre caminho para competição entre portos públicos e privados
E os "bagrinhos" que se cuidem...a delimitação da nova poligonal da área do port...
(tecnologo - Guaruja)
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Finalizar a votação da MP dos Portos antes das 23h, dá?
Destaque para: "Chinaglia disse ainda que o governo poderá apoiar um dos des...
(Rafael Pinheiro Ferr - VITÓRIA/ES)
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Câmara aprova vigilância dos portos pela guarda portuária
Não entendo como o Brasil não tem uma corporação especializada no policiamento p...
(Mauricio Ottoni - vit´ria)
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Túnel do tempo: a Moore–McCormack Lines - continuação
Os ex-Moore Mc já tiveram 5 encontros o último em set/12 e deveremos ter o próxi...
(Noslen - Santos)
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Oposição consegue obstruir votação da MP dos Portos e nova sessão será convocada ainda hoje
Meus caros deputados sou trabalhador Portuário e toda a comunidade portuaria est...
(Alaim J. VENTURA - Itajai)
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Recordações da Moore-McCormack Lines
Lembramos muito incluindo os Navios lach ou seja largava o porão flutuante e pe...
(Gilberto zietlow - Santos)
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Governo Dilma luta contra interesses de Daniel Dantas e da Libra Terminais
A questão é que a Libra por sua postura contra T.P.A, traz problemas para toda...
(CAETANO ESTIVADOR RJ - Rio de Janeiro)
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Governo Dilma luta contra interesses de Daniel Dantas e da Libra Terminais
PORTOGENTE, com sua já notória honestidade e empenho no melhor para os portos br...
(Perguntativo - São Vicente)
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Governo Dilma luta contra interesses de Daniel Dantas e da Libra Terminais
A Presidente Dilma "se surpreendeu" com a emenda que permite à Libra continuar e...
(Sabetudo do Porto - Santos)
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Governo Dilma luta contra interesses de Daniel Dantas e da Libra Terminais
Se fosse verdade que o Governo Dilma luta contra interesses da Libra Terminais e...
(Zé do Porto - Santos)
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Texto atualizado em 29/06/2012 - 03:46
Nostalgia e desolação no Porto de Santos
por Alessandro Atanes *

No último encontro da oficina “Conheça Santos por meio da Literatura”, no litoral paulista, conversamos sobre a diferença de sensibilidades entre poetas do século passado e da primeira década deste século XXI ao retratarem o Porto de Santos.
 
A coisa toda é mais uma pista, a ponta do fio que começamos a puxar. Do século passado, tratamos de poemas de Rui Ribeiro Couto (“Santos”, 1939), Roldão Mendes Rosa (“Porto”, da década de 50 ou 60, publicado postumamente em 1991) e Narciso de Andrade (“Cais”, década de 50 ou 60, publicado em 2006). Os dois primeiros são marcados por um profundo sentimento de nostalgia (“Nasci junto do porto / ouvindo o barulho dos embarques”, Couto; “Por que / este amor ao cais / se o que espero / não viaja?”, Roldão). Por trás da escrita dos poetas, neles se percebe uma criança que nasceu em torno do cais. Já no poema de Narciso, vemos a presença do então repórter de porto no cais, vendo os detalhes (a espuma na superfície da água, um passarinho no mastro) misturado à nostalgia dos dois acima (“Com tanto navio para partir / minha saudade não sabe onde embarcar”).

Podemos identificar a transição no poema “Raízes”, de Madô Martins, publicado em 1999, às vésperas do século XXI. Vemos na última estrofe como a nostalgia vai cedendo espaço à desolação: “Moro no Sul / e jamais migro. / Procuro mensagens em garrafas, / na areia da praia, / mas só encontro conchas e maresia.”

Desolação que se manifesta completamente na obra de Alberto Martins. Seu livro “Cais”, de 2002, é rico nestas imagens: “e o casco? / É úmido. Está coberto / de cracas e a ferrugem / que rói as chapas / rói a carga”, ou “Triste cidadã litorânea / meus olhos mal te distinguem / da terra do mar da lama”, ou ainda “Aqui eu moro / entre bandeiras de diferentes donos / e as grossas placas de aço do abandono”. No livro seguinte, então, “A História dos Ossos” (2004), o Cemitério do Paquetá é transformado em um pátio de contêineres.

Clique aqui para ler a segunda parte deste artigo.

* Alessandro Atanes, jornalista, é mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Servidor público de Cubatão, atua na assessoria de imprensa da prefeitura do município.
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