Clipping - Notícias do Dia
Sua Opinião
43.937 comentários já feitos
Acompanhar a movimentação sindical em portos é comum para o governo
Afinal de contas que democracia é essa que ao invés de dar o direito da livre ma...
(CAETANO ESTIVADOR RJ - Rio de Janeiro)
Leia Mais...

Acompanhar a movimentação sindical em portos é comum para o governo
Pois é, Da. Dilma, só trabalhador merece investigação no seu governo. Que tal in...
(Zé do Porto - Santos)
Leia Mais...

Acompanhar a movimentação sindical em portos é comum para o governo
acho até importante o serviço secreto da pf,mas que pena que os corruptos politi...
(chagas - santos sp)
Leia Mais...

Dilma estaria batendo um bolão?
Ela deveria chutar assim umas caixas de remédios para a população pobre e miserá...
(Mauro - Belém)
Leia Mais...

Prorrogação de contratos após 93 passou na forma facultativa
É tanta pilantragem em jogo que nao se cria um ambiente saudável de investimento...
(Milton - Campinas)
Leia Mais...

Porto de Santos em crescimento, apesar de você
Supunha que um santista, professor da Unicamp, tivesse uma ideia melhor que um m...
(Nelson Moita - Santos)
Leia Mais...

O que a AGU tem a dizer sobre a dívida da Libra Terminais?
Nada é surpresa em se tratando da AGU e do Luiz Adams: pois em negociatas a AGU ...
(e far - porto alegre)
Leia Mais...

O que a AGU tem a dizer sobre a dívida da Libra Terminais?
Caros, obter entrevistas e até informações sobre o processo que envolve oito dis...
(Jornalismo Portogent - Brasil)
Leia Mais...

O que a AGU tem a dizer sobre a dívida da Libra Terminais?
PORTOGENTE, nessa altura seria interessante entrevistar a diretoria do porto par...
(Pedro Portuário - Santos)
Leia Mais...

Ação popular sobre o caso Libra Terminais-Codesp no Ministério Público
Incrível: a atual Juíza Federal se deu por suspeita na ação popular contra a neg...
(JJPena - São Vicente)
Leia Mais...

Portos no caminho da modernização pós-8.630
Se modernização é isso, salve-nos Deus. ...
(Jupera - Santos)
Leia Mais...

O que a AGU tem a dizer sobre a dívida da Libra Terminais?
E as gravações da Operação Porto Seguro a respeito da negociata entre a Codesp e...
(Zé do Porto - Santos)
Leia Mais...

Não é tão simples assim: o PLC 9/2013 e a não obrigatoriedade da contratação do trabalho avulso
É um grande derrespeito com com quem carrega esse país nas costas ha mais de cem...
(leal - angra dos reis)
Leia Mais...

Não é tão simples assim: o PLC 9/2013 e a não obrigatoriedade da contratação do trabalho avulso
Carla Regina: Esta Lei permite que as empresas contratem fora das regras da CLT ...
(Lourivando - Brasília)
Leia Mais...

MP 595, Lei 8.630, economia e democracia
Uma coisa também é certa na esteira do novo marco regulatório portuário: a futur...
(tecnólogo - Guarujá)
Leia Mais...

MP abre caminho para competição entre portos públicos e privados
MP – Derrota ou Vitória – Trabalhador. A MP 595/2012 foi aprovada pela câmar...
(Márcio Franco de Cas - Itacoatiara)
Leia Mais...

O plano para o retorno dos trens regionais em São Paulo (2) - continuação
Paulo Roberto parabéns pelo excelente artigo Sílvio...
(SILVIO DOS SANTOS - Florianópolis)
Leia Mais...

MP abre caminho para competição entre portos públicos e privados
E os "bagrinhos" que se cuidem...a delimitação da nova poligonal da área do port...
(tecnologo - Guaruja)
Leia Mais...

Finalizar a votação da MP dos Portos antes das 23h, dá?
Destaque para: "Chinaglia disse ainda que o governo poderá apoiar um dos des...
(Rafael Pinheiro Ferr - VITÓRIA/ES)
Leia Mais...

Câmara aprova vigilância dos portos pela guarda portuária
Não entendo como o Brasil não tem uma corporação especializada no policiamento p...
(Mauricio Ottoni - vit´ria)
Leia Mais...

Túnel do tempo: a Moore–McCormack Lines - continuação
Os ex-Moore Mc já tiveram 5 encontros o último em set/12 e deveremos ter o próxi...
(Noslen - Santos)
Leia Mais...

Oposição consegue obstruir votação da MP dos Portos e nova sessão será convocada ainda hoje
Meus caros deputados sou trabalhador Portuário e toda a comunidade portuaria est...
(Alaim J. VENTURA - Itajai)
Leia Mais...

Recordações da Moore-McCormack Lines
Lembramos muito incluindo os Navios lach ou seja largava o porão flutuante e pe...
(Gilberto zietlow - Santos)
Leia Mais...

Governo Dilma luta contra interesses de Daniel Dantas e da Libra Terminais
A questão é que a Libra por sua postura contra T.P.A, traz problemas para toda...
(CAETANO ESTIVADOR RJ - Rio de Janeiro)
Leia Mais...

Governo Dilma luta contra interesses de Daniel Dantas e da Libra Terminais
PORTOGENTE, com sua já notória honestidade e empenho no melhor para os portos br...
(Perguntativo - São Vicente)
Leia Mais...

Publicidade
Texto publicado em 13/07/2012 - 00:32
Pratini de Moraes pede a revisão do Mercosul

Ao traçar as perspectivas para a agropecuária no Rio Grande do Sul, o ex-ministro da Agricultura Marcus Vinícius Pratini de Moraes apelou aos parlamentares gaúchos que se engajem em uma revisão do Mercosul. “O bloco precisa ser repensado, está ficando muito caro, e não dá para ficar brincando de bonzinho ou patrocinando os problemas políticos e comerciais dos vizinhos”, disse ele.

A declaração foi feita durante a palestra promovida pela iniciativa Radiografia da Agropecuária Gaúcha, quando Pratini de Moraes mostrava projeções de queda no consumo per capita de cereais, tubérculos e proteína vegetal no mundo até 2050. Com base no mesmo estudo, ele indicou que o consumo per capta de carnes deve dobrar no mesmo período - o que significa um aumento ainda maior de demanda ao se considerar o crescimento esperado da população. “O mundo precisa do Brasil para comer, e a produção de alimentos tem que crescer, em escala global, entre 60% e 70% até 2050”, afirmou.

Segundo Pratini de Moraes, a demanda crescente por proteína animal deve ser atendida por mercados como o do Rio Grande do Sul - que concentram a produção de carnes e grãos. Com isso, o ex-ministro apontou que qualquer política agrícola deve ter o único objetivo de aumentar a renda do produtor ou recuperar essa renda, já que com dinheiro o homem do campo influencia positivamente toda a economia e produz mais.

Para Pratini, a demanda global por alimentos está colocando o País em uma posição privilegiada no âmbito da produção agrícola e da pecuária. O ministro destacou os setores da produção que estão crescendo e sugeriu que o Estado tem muito a ganhar se souber investir. “O Rio Grande é o quarto Estado no ranking da produtividade no Brasil. Vem caindo, mas ainda está bem. São 3.900 kg/ha área de produção”, apontou. Pratini explicou que o Estado vem perdendo área plantada e produtividade em razão das secas recentes.

Ao citar as vantagens competitivas do Estado, o palestrante destacou o empreendedorismo e a tecnologia como os fatores mais relevantes. Pratini de Moraes lembrou que a Embrapa foi criada em 1973, em uma reunião na fazenda Cinco Cruzes, de Bagé. Lá, os militares, que administravam a propriedade, decidiram unir os institutos de pesquisa e criar a empresa pública.

Segundo ele, a série de inovações que deu condições para que a produtividade brasileira crescesse em velocidade muito superior à da expansão da área (e que incluem o plantio direto e a manipulação genética das cultivares) chegou a um novo paradigma, a integração lavoura-pecuária e floresta. Esse modelo, detalhou ele, já está sendo usado pela empresa em que trabalha (Frigorífico JBS), no Mato Grosso, e abre as portas para a redução de área dedicada exclusivamente à pecuária. Pratini defende que, no Brasil, se adote um sistema em que os animais vivam no campo até oito ou dez meses e, depois, passem para o semiconfinamento.

Com essas mudanças, ele acredita que será possível ter ganhos significativos de produtividade sem que seja preciso avançar na área disponível - segundo ele, o Brasil tem 10% do território, ou 80 milhões de hectares, prontos para a atividade agrícola, e usa 8,5%. “O desafio é manter o ritmo de 4% de crescimento da produtividade ao ano com o consumo de menos água, além de diminuir a quantidade de adubo usado por hectare”, afirmou. Para Pratini de Moraes, o avanço do agronegócio nos demais estados brasileiros é “fruto do empreendedorismo gaúcho” e “o desmatamento da Amazônia pelos fazendeiros não é bem assim”. O ex-ministro lembrou que políticas de fomento (da Sudam e do Banco da Amazônia) incluíram áreas que não eram originalmente de floresta, no Maranhão e no Mato Grosso, e que hoje o suposto desmatamento dessas regiões é usado comercialmente contra o Brasil.

“Mas a Floresta Amazônica é um desastre em termos de produção. O primeiro exemplo foi o Ford (Henry Ford, da montadora Ford) tentando produzir seringueiras, depois veio o Daniel Ludwig com a fábrica de celulose, mas o eucalipto não aguentou o sol. Perderam tudo”, disse ele ao enumerar diversos casos de projetos que não prosperaram na região. “O nosso diferencial para dar certo em outras regiões é a tecnologia criada e atualizada pela Embrapa e outras instituições.”

Pratini de Moraes mostrou como, estatisticamente, o Estado vem perdendo posições na produção brasileira e defendeu que o caminho (que, segundo ele, será trilhado pelo JBS nas operações compradas da Doux Frangosul no Estado) é a agregação de valor. “A empresa onde trabalho investe para agregar valor à produção, e vamos fazer marketing muito intenso”, anunciou.

Fonte: Jornal do Comércio

Comentários ( 0 )


Publicidade
www.portogente.com.br © Todos os direitos reservados