Carla Diéguez

Mestre em Sociologia pela USP (2007), com ênfase em sociologia do trabalho, e bacharel em Ciências Sociais pela Unesp (2001). Atualmente, é docente e pesquisadora da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.

Temos acompanhado nas últimas semanas os conflitos no Porto de Santos, litoral paulista, referentes à implantação do intervalo de 11 horas de descanso entre as jornadas de trabalho e da escala eletrônica pelo OGMO. Muitos observam estes conflitos como resistências dos trabalhadores portuários a mudanças, em uma ideia de que estes trabalhadores resistem para manter privilégios.

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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicou o Comunicado 149 - Trabalho para o mercado e trabalho para casa: persistentes desigualdades de gênero, onde, baseado em dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (PNAD-IBGE), reafirma que as mulheres, mesmo assumindo jornadas de trabalho mais extensas, continuam arcando com a mesma responsabilidade de outrora nos afazeres domésticos.

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Esta semana tive a oportunidade de reler a Parte II - A transformação político-econômica do capitalismo do final do século XX do livro Condição Pós-Moderna, de David Harvey. Voltei à obra para entender melhor a crise econômica de 1973 que levou o mundo ao novo modo de regulação chamado por Harvey de Acumulação Flexível.

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A possibilidade de aprovação pelo Senado do projeto de lei que visa igualar salários de homens e mulheres que ocupam o mesmo cargo foi recebido com todas as loas dias antes do Dia Internacional da Mulher. No dia 08 de março, então, o PL foi encaminhado a Comissão de Assuntos Econômicos (CEA), esmorecendo o fogo que havia acendido.

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No artigo anterior, levantamos a questão sobre a quem cabe a responsabilidade de promover o Trabalho Decente. Há um entendimento de que os três grandes interessados (Estado, trabalhadores e empregadores) devem se envolver. Entretanto, alguns consideram que alguns setores devem ter mais obrigações do que outros.

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