• O presidente da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), Luis Claudio Montenegro recebeu nesta terça-feira (20), representantes da empresa canadense Bombardier Recreational Products (BRP), especializada na fabricação de veículos recreativos motorizados, e da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), acompanhados do prefeito de Aracruz, Jones Cavaglieri.

  • Será realizada no próximo dia 29 de junho, sexta-feira, Assembleia Geral Extraordinária na Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) com o objetivo de deliberar a transformação da Companhia de Sociedade de Economia Mista de Capital Fechado para Empresa Pública de Capital Fechado. Para isso, o estatuto social da Codesa será alterado para atender a mudança da finalidade da empresa

  • A Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento (Dirpad) divulgou, nesta segunda-feira (18), o novo fluxo de apresentação, análise e desenvolvimento dos projetos de investimentos para a Companhia Docas do Espírito Santos (Codesa).

  • Publicamos a seguir a programação dos vídeos do WebSummit. O material ficará disponível para consulta e debate mesmo após o período do evento, uma vantagem proporcionada pela Internet em relação aos congressos presenciais

    jaime alheiros suape porto

  • A equipe técnica da Coordenação de Segurança da Companhia Docas do Espírito Santo (Cosnip), representada pelo coordenador Enildo Pereira Gonçalves Júnior e os supervisores Reroldi Monteiro e Milton Fernandes, se reuniu com integrantes do Sindicato das Agências de Navegação Marítima do Espírito Santo (Sindimares), quando foram debatidas as ações sobre procedimentos de acesso ao Porto de Vitória.

  • O Porto de Vitória (ES) deverá aumentar em 30% sua movimentação de carga após obra de dragagem que será concluída na segunda-feira (2), marcada por solenidade no Cais Comercial de Vitória.

  • Entidades sindicais, trabalhadores e moradores dos arredores do porto fizeram, na terça-feira (5), um “Abraço ao Porto” contra a intenção do Governo Federal de privatizar a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa).

  • O artigo utilizou estudos de caso para explicar a privatização dos portos de Brisbane, Botany, Kembla, Newscatle e Melbourne, processos realizados desde 2010. O modelo adotado foi o "private landlord port", ou seja, com a autoridade portuária sendo administrada pela iniciativa privada e o Estado mantendo o controle do território portuário (landlord) e a responsabilidade pela regulação da atividade

  • De janeiro a junho deste ano foram registrados 42 roubos de cargas no Estado do Espírito Santo. O número é preocupante, mas é o menor do Brasil. No Rio de janeiro, são 24 assaltos ou roubos de cargas, por dia.

  • O futuro superministro da Economia do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), Paulo Guedes, já sinalizou ser favorável à privatização da maior parte das estatais brasileiras, mesmo as administrações portuárias decentralizadas. É o caso do Porto de Itajaí, em Santa Catarina, que pertence à União mas está sob administração municipal há mais de duas décadas.

  • O Ministério da Infraestrutura garantiu aportes por parte das companhias docas dos Estados de São Paulo (Codesp), do Espírito Santo (Codesa) e da Bahia (Codeba) para dar continuidade ao pagamento dos benefícios. "Os valores estão sendo ultimados e serão divulgados no momento oportuno", explicou a assessoria de imprensa do Ministério e a gerência de Comunicação Corporativa da Autoridade Portuária de Santos

  • A privatização das autoridades portuárias caminha em sentido oposto ao modelo de administração de vários dos principais portos do mundo localizados na Ásia e na Europa, com adoção do modelo landlord por meio de empresas de de economia mista nas funções de regulação, fiscalização e planejamento portuário. Para dizer o mínimo e sobre uma realidade corrente, a possibilidade da indústria de multas - que farão parte das receitas de uma Autoridade Portuária privada - preocupa profundamente os operadores e usuários dos portos

  • Um pacotão de 57 projetos de vendas e concessões que inclui 14 aeroportos, 15 terminais portuários e duas rodovias foi anunciado esta semana pelo Governo Federal.
    Será vendida a participação de 49% da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) em quatro aeroportos já concedidos ao setor privado – Brasília, Confins (MG), Galeão (RJ) e Guarulhos (SP).

  • O VTMIS (sigla em inglês para Vessel Traffic Management Information System), um sistema de controle de tráfego marítimo do País, começa a funcionar no Porto de Vitória (ES).

  • De acordo com a representação dos sindicatos, a atitude foi tomada para reivindicar a reposição das perdas salariais, conforme as cláusulas econômicas do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Essa é a única cláusula pendente no ACT 2017-2019, que já está assinado 

  • A conversa surgiu em Brasília, ancorou em Vitória e estremeceu todo o setor portuário brasileiro. A privatização das companhias docas está na pauta do Governo Temer, sedento por reformas

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  • De modo geral, os presentes ao debate concordaram ser necessário descentralizar as decisões do setor portuário. A concentração do poder decisório em Brasília esteve presente em vários momentos da vida brasileira e atualmente está agravada pela Lei 12.815/2013. O engenheiro, economista e consultor portuário Frederico Bussinger ressaltou que, desde os tempos do Império, o Brasil é atraído pela "Coroa", tirando autonomia das comunidades instaladas nos complexos portuários

  • Com o novo cais, a expectativa é ampliar a movimentação em mais de 10 milhões de toneladas por ano no Porto de Vitória – atualmente, são cerca de 7 milhões de toneladas.

  • Em entrevista exclusiva ao Portogente, o presidente do Sindicato, José Adilson Pereira, disse que a entidade está trabalhando para garantir treinamento permanente aos associados, de forma a acompanhar a tecnologia empregada nos equipamentos portuários

  • O canal de navegação – tanto na parte interna como na externa – passa a contar com 14 metros de profundidade e todos os berços apresentam resultados positivos de aumento de calado. Embarcações de até 70 mil toneladas para carga geral e granéis e de 50 mil toneladas para contêineres poderão acessar o porto da capital capixaba