• Com o objetivo de resgatar a credibilidade no mercado e se preparar para assumir outros desafios operacionais, empresa fundada em 1966 para atuar em empreendimento imobiliário, engenharia e construção, agora quer estar presente na área de óleo e gás. Por isso, a Schahin assumiu nova identidade, sendo, agora a Base

  • Em recente atividade, na capital paulista, a confederação (CNTU) que reúne engenheiros, odontologistas, nutricionistas, farmacêuticos e economistas colocou em debate um tema crucial ao Brasil: que país queremos e precisamos rumo ao Bicentenário da Independência, em 2022.

  • A empresa britânica TechnipFMC ganhou o contrato de EPCI (engenharia, suprimentos, construção e instalação) para a segunda fase de desenvolvimento de Peregrino, campo operado pela norueguesa Statoil Óleo e Gás na Bacia de Campos.

  • O petroleiro já havia deixado o terminal de petróleo da Equinor, em Sture, com uma carga de petróleo bruto do Mar do Norte, informou a agência de notícias Reuters. Até o momento, a informação é de que não houve vazamento de óleo ou outros danos ambientais

  • Mercado nacional está na mira de empresas estrangeiras para a produção de energia

  • Com foco na indústria de petróleo e gás, na quarta-feira (29) acontece o Oil, Gas & Compliance Forum. O papel do Estado no incentivo de práticas corporativas de combate à corrupção, a análise de riscos e auditoria (due diligence) de integridade, como também os desafios do gestor de compliance serão debatidos no Prodigy Hotel Santos Dumont, no Rio de Janeiro (RJ).

  • O diretor do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), Fernando Rizzo, em palestra no evento O&G TechWeek 2019, afirmou que o maior desafio do País na transição para a indústria 4.0 é a infraestrutura.

  • Por Murilo Celso de Campos Pinheiro, presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp) e da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE)

    A aprovação pelo Senado, com a decisiva anuência do Governo Dilma, do Projeto de Lei 131/2015, de autoria de José Serra (PSDB/SP), significa, na prática, a entrega da exploração das reservas na camada do pré-sal às petroleiras estrangeiras. A votação feita em 24 de fevereiro último acaba com a obrigatoriedade da participação mínima de 30% da Petrobras e passa a existir uma preferência à empresa que será submetida ao Conselho Nacional de Política Energética. Ou seja, deixamos de ter um projeto de Estado relativo a essa riqueza fabulosa do povo brasileiro.

    É de se perguntar por qual motivo o Brasil abriria mão voluntariamente de um recurso que lhe pertence e que tem condições de explorar, pois, ao longo de décadas, a nossa engenharia desenvolveu a tecnologia necessária para tanto. Para se ter uma ideia da dimensão do que está em jogo, conforme divulgado pela Agência Brasil no ano passado, estudo do Instituto Nacional de Óleo e Gás da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) aponta para a existência de ao menos 176 bilhões de barris de recursos não descobertos e recuperáveis de petróleo e gás na área do pré-sal. Conforme a pesquisa, há 90% de chance de essa previsão se confirmar, podendo esse número ser ampliado, passando dos 200 bilhões.

    Em sua edição de 2012 do projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento” a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), entidade filiada à nossa confederação, chama a atenção para a importância do modelo de partilha proposto para a exploração do pré-sal, que ampliava a parcela da riqueza mineral que caberia ao Estado e à sociedade e fortalecia a Petrobras. Além disso, seria instituído um fundo de desenvolvimento para que os recursos oriundos das novas

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  • Na 14ª Rodada de Licitações de petróleo e gás, que ocorreu na quarta-feira (27), a empresa norte-americana ExxonMobil arrematou dez dos 37 blocos exploratórios, sendo quatro como operadora e seis em parceria com a Petrobras em áreas da Bacia de Campos.

  • Os navios petroleiros da classe VLCC estão entre os maiores do mundo, com capacidade de armazenamento de até 2 milhões de barris de óleo cru