Porto Velho completa 105 anos nesta sexta-feira. O município surgiu com a assinatura do tratado de Petrópolis e da exploração da navegabilidade do rio Madeira. O decreto assinado em 1873 pelo Imperador Dom Pedro II autorizava os navios mercantes das nações amigas a trafegarem pelos rios amazônicos.

Devido às dificuldades de ancorar grandes embarcações em Santo Antônio, o norte americano Percival Farquhar, responsável pela construção da EFMM após o Tratado de Petrópolis, mudou o início das obras para o antigo “Porto Velho dos Militares”, uma referência ao ponto de apoio utilizado pelo Exército Brasileiro da Guarda Imperial durante a Guerra do Paraguai (1864/1870), onde também era embarcada a produção dos seringais da região. Este seria o início da formação da capital do Estado de Rondônia e atualmente este porto é conhecido como o Porto do Cai n’água, classificado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) como Instalação portuária pública de pequeno porte – IP4.

Na década de 70, o Departamento Nacional de Portos e Vias Navegáveis (DNPV), iniciou a construção de novas estruturas portuárias na cidade de Porto Velho, que mais tarde com a extinta Empresa de Portos do Brasil (Portobrás), tornou-se o Porto Organizado de Porto Velho, administrado pela Sociedade de Portos e Hidrovias do Estado de Rondônia (SOPH), empresa pública do Governo do Estado de Rondônia.

Para o diretor presidente da SOPH, Amadeu Hermes Santos da Cruz, o surgimento da Capital de Rondônia está intimamente ligado ao desenvolvimento da atividade portuária. “A viabilização do escoamento da produção agropecuária de Rondônia e do norte do Mato Grosso, bem como de países vizinhos pelo Arco Norte, possibilita integrar a Amazônia Ocidental ao restante do mundo, contribuindo com o crescimento da região. Faz parte da nossa história de criação, bem como também define nosso futuro promissor”, frisou.

Texto:

Assessoria de Comunicação –

Rafaela Schuindt

Jornalista MTB 977/RO

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