Vida gerador de benefício livre: o famoso VGBL. Quem está pesquisando mais sobre investimentos e sobre a previdência privada - uma grande aposta para os últimos anos! - vai se deparar com essa e outras siglas com certa frequência.

De início, é um pouco difícil saber sobre o que elas se tratam. Cada sigla, claro, traz consigo uma série de informações.

Há investimentos que funcionam mais para pessoas com perfil ousado, assim como investimentos feitos para quem prefere ser conservador ou está mais preocupado em ter um espaço seguro para guardar seu dinheiro.

Para facilitar o seu processo de compreensão do fabuloso mundo dos investimentos, falaremos abaixo sobre algumas das siglas mais utilizadas, explicando algumas de suas características básicas. Confira.

Siglas dos investimentos: entenda

Já que falamos sobre esta sigla na introdução, comecemos por ela. O VGBL ou Vida Gerador de Benefício Livre, é uma das alternativas de previdência privada disponíveis no Brasil.

O VGBL tem características próximas ao seguro de vida e, por isso, encontra-se na categoria de seguro de pessoas.

Nesta categoria de investimento, o Imposto de Renda incide apenas sobre a rentabilidade acumulada, protegendo o investimento inicial.

Tem como vantagem o fato de ter boa rentabilidade, desde que o dinheiro permaneça aplicado por um período longo de tempo. É um plano interessante, portanto, para quem deseja acumular dinheiro e transferi-lo para herdeiros.

Por fim, vale dizer que se trata de uma modalidade de investimento indicada para quem possui isenção do Imposto de Renda e costuma fazer a sua declaração no modo simplificado.

PGBL

Sigla para Plano Gerador de Benefício Livre, trata-se de uma modalidade de previdência privada que, geralmente, é escolhido por pessoas que desejam complementar a sua aposentadoria do INSS ou ter uma fonte de renda durante a melhor idade.

Os pagamentos mensais do PGBL podem ser descontados do Imposto de Renda. Ao contrário do VGBL, nesta modalidade de investimento o IR incide sobre o valor total do investimento e não apenas sobre a rentabilidade adquirida.

O prazo mínima para resgate varia de acordo com o banco com o qual o indivíduo fechou contrato. Em geral, os prazos variam de 60 dias a 24 meses.

CDB

Sigla para Certificados de Depósito Bancário, são títulos emitidos por bancos. Os CDBs têm como finalidade remunerar o investidor, após um período específico, pelo dinheiro confiado a uma determinada instituição.

Trata-se de uma modalidade de investimento que consiste em, literalmente, emprestar dinheiro para empresas e similares e receber, no futuro, o dinheiro investido mais juros significativos.

Os CDBs são garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e, por isso, têm seus investimentos protegidos em até 250 mil reais por CPF e instituição financeira.

No que tange a rentabilidade, vale dizer que o retorno pode ser definido no momento da compra ou depois, e que quanto mais longo for o tempo de investimento, maior a rentabilidade do título adquirido.

LCI, LCA

LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) são investimentos de baixo risco, emitidos por instituições financeiras. Como os nomes podem sugerir, têm como objetivo captar recursos para setores específicos.

Ambos são investimentos em Renda Fixa, possuem curto prazo e são isentos de Imposto de Renda. Ao investidor, cabe a decisão de saber quanto ganhará ao final do período combinado ou, caso prefira, acompanhar as taxas de juros praticadas no mercado (um pouco mais arriscado).

FCO

Sigla para o fundo de Financiamento do Centro-Oeste, trata-se de um fundo de crédito que foi criado pela Constituição Federal de 1988.

O FCO tem como meta auxiliar na modernização e no desenvolvimento econômico e social da Região Centro-Oeste. Para tal, permite que produtores rurais e companhias financiem empreendimentos com taxas baixas de juros e pagamento de longo prazo.

ROE, ROI, ROA

Sigla para Return on Equity, também chamado de Retorno sobre o patrimônio líquido. É uma métrica de suporte, utilizada para garantir que os investimentos feitos estão sendo alocados da maneira mais interessante (ou seja, com o objetivo de valorizar o dinheiro original investido, multiplicando-o).

Para calcular o ROE, é preciso ter em mãos dados sobre o lucro líquido do investimento e sobre o patrimônio líquido. Tendo esses dados, basta aplicá-los em uma fórmula básica, que é Lucro líquido/Patrimônio líquido x 100.

O ROI (Return over investment) serve para que calculemos o retorno possível, com base nos investimentos que foram feitos. É uma métrica utilizada também em estratégias de marketing.

O ROA (Return on assets), por fim, refere-se ao Retorno sobre Ativos de uma empresa. Nesse caso, entram na conta os patrimônios simbólicos e materiais da empresa, além de contratos futuros e em vigência.

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*Todo o conteúdo contido neste artigo é de responsabilidade de seu autor, não passa por filtros e não reflete necessariamente a posição editorial do Portogente.

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