Um pacotão de 57 projetos de vendas e concessões que inclui 14 aeroportos, 15 terminais portuários e duas rodovias foi anunciado esta semana pelo Governo Federal.
Será vendida a participação de 49% da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) em quatro aeroportos já concedidos ao setor privado – Brasília, Confins (MG), Galeão (RJ) e Guarulhos (SP).

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Privatização das docas

O aeroporto mais rentável, de Congonhas (SP), será privatizado, além de Vitória (ES), Macaé (RJ), Campina Grande (PB), Maceió (AL), João Pessoa (PB, Aracaju (SE), Juazeiro do Norte (CE), Várzea Grande (MT), Rodonópolis (MT), Alta Flores (MT), Sinop (MT) e Barra do Garça (MT).

O governo pretende leiloar as usinas hidrelétricas da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) antes do fim do ano. A Eletrobras será privatizada.
A rodovia BR 153, no trecho entre Goiás e Tocantins, será relicitada e a BR 364, entre Mato Grosso e Rondônia, concedida.

Há estudos para a desestatização da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa). Serão licitados 15 terminais distribuídos pelos portos paraenses de Belém e Vila do Conde e de Paranaguá (PR) e Vitória (ES).
Falta a Casa da Moeda, responsável por confeccionar as notas do nosso dinheiro: essa deve ser vendida até o final de 2018. 

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*O Dia a Dia é o editorial do Portogente publicado de segunda a sábado e expressa fielmente a posição coletiva dos responsáveis pela redação do website

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