Meio Ambiente

O recente relatório produzido durante o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês), da Organização das Nações Unidas (ONU) revela um preocupante futuro do planeta. O documento de 21 páginas, considerado o mais importante a respeito de aquecimento global, revela que a temperatura média do planeta subirá de 1,8ºC a 4ºC até 2100, o que provocaria um aumento do nível dos oceanos de 18 a 59 cm, além de inundações e ondas de calor mais freqüentes.

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As operações portuárias e os avanços industriais são itens fundamentais para todas as atividades do mundo globalizado de hoje. No entanto, se proporcionam qualidade de vida no aspecto de conforto, tecnologia e intercâmbio entre diversas regiões do mundo, afetam profundamente o meio ambiente e todo o ecossistema natural. Dentre os inúmeros malefícios causados pelos poluentes gerados por veículos motorizados e fábricas está o aumento do efeito estufa. Esse fenômeno natural é o que mantém a temperatura da Terra adequada para a sobrevivência humana – já que sem sua presença a temperatura média do planeta seria 30% mais baixa. A emissão excessiva dos gases que compõem o efeito estufa, em especial devido a caminhões e carros com regulagens precárias, está aumentando demasiadamente a temperatura da Terra e causando danos irreversíveis ao meio ambiente. Consultados pela reportagem de PortoGente, os caminhoneiros demonstram preocupação, mas também desconhecimento sobre o assunto.

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A dragagem da Cosipa, prevista para ter início em janeiro, ainda está suspensa graças a uma liminar concedida pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) ao Ministério Público Federal e Estadual. O que importa aos promotores de justiça de Santos, Cubatão e Guarujá – autores do recurso – é garantir que a lama produzida pela siderúrgica não seja misturada à lama da Codesp.

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A primeira semana de 2007 começa com um assunto palpitante para a comunidade portuária. Depois da desembargadora Consuelo Yoshida, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) ter concedido uma liminar suspendendo as dragagens da Cosipa e da Embraport no Porto de Santos, a 4ª Vara Federal de Santos - que havia negado o pedido dos promotores - deve agora começar a ouvir as partes envolvidas como determina a desembargadora Yoshida.  O recurso impetrado no último dia 18 pelo procurador da República Antônio Donizetti Molina Daloia e pelos promotores de Justiça Daury de Paula Júnior e Ana Paula Fernandes Nogueira da Cruz (Santos), Liliane Garcia Ferreira (Cubatão) e Juliana de Sousa Andrade (Guarujá) aponta que as duas empresas privadas não podem depositar os sedimentos da dragagem na mesma área utilizada pela Codesp, pois isso inviabilizaria “a realização de um monitoramento capaz de individualizar a responsabilidade de cada um dos empreendedores quanto à origem dos sedimentos que possam causar a contaminação ambiental”.  Há muito tempo o saite PortoGente vem denunciando o passivo ambiental deixado pela Cosipa e os impactos associados ao processo de dragagem e ao despejo do material dragado. Fora do porto organizado, a Companhia Siderúrgica Paulista tem indícios de contaminação da lama depositada no fundo do seu canal. Um dos principais contaminantes, dizem os especialistas, é o benzoapireno, substância altamente cancerígena.

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A Companhia Siderúrgica Paulista (Cosipa) aguarda há pouco mais de seis meses a Licença de Instalação (LI) para começar a dragagem do Canal de Piaçaguera, em Cubatão. A solicitação feita em 30 de novembro do ano passado à Secretaria de Meio Ambiente do Estado (SMA) ainda aguarda parecer dos técnicos da Cetesb a ser remetido ao Departamento de Avaliação de Impacto Ambiental, o DAIA, que concederá ou não a licença. A Cetesb não tem data para esta liberação.

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