Hélio Meirim é professor, coordena a comissão de logística do Conselho Regional de Administração – RJ e atuou por mais de 20 anos em cargos executivos de empresas nacionais e multinacionais

Nos últimos anos, tenho procurado me dedicar a estudar e, entender um pouco melhor as questões relacionadas a mobilidade urbana.

Tenho comentado em aulas e palestras que, a melhoria da mobilidade urbana depende de alguns atores, sendo os mais relevantes:

* Esferas governamentais (federal, estaduais e municipais), provendo segurança, infraestrutura (rodovias, portos, aeroportos etc.) e, meios de transporte de massa adequados (qualidade, custo, capilaridade e intermodalidade física e financeira) aos deslocamentos diários de pessoas e cargas;

* Empresas, aumentando, sempre que possível, a flexibilização das jornadas de trabalho, diluindo assim os horários de pico de deslocamentos existentes hoje no horário comercial;

* População, sendo mais consciente do uso de veículos compartilhados e, tendo mais atenção e educação no trânsito; Aumentar o sentimento de nosso espaço , reduzindo o sentimento de meu espaço; e

* Tecnologia, criando meios de transportes ágeis, menos poluentes, mais flexíveis e, que possibilitem um deslocamento mais eficiente em termos de qualidade e custo para todos;

Neste sentido, os avanços tecnológicos vem apresentando algumas iniciativas bastante interessantes, que podem parecer muito distantes de nossa realidade mas, quem sabe, algumas delas, se atenderem aos requisitos de segurança e viabilidade técnica e econômica, poderão ser grandes aliadas na busca da melhoria da mobilidade urbana.

Confira no vídeo clicando aqui algumas ideias de veículos do futuro.

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*Todo o conteúdo contido neste artigo é de responsabilidade de seu autor, não passa por filtros e não reflete necessariamente a posição editorial do Portogente.