O Terminal Salineiro de Areia Branca, localizado no Rio Grande do Norte, foi embargado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) por causa de pendências no processo de regularização ambiental do empreendimento e de irregularidades constatadas durante recente inspeção. Para buscar a reversão do panorama do Terminal responsável por 60 mil empregos diretos e indiretos, o presidente da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), Fernando Dinoá, participou de reunião em Brasília nesta sexta-feira, 13 de julho, com os ministros dos Transportes e do Meio Ambiente e prometeu tomar medidas emergenciais até a próxima vistoria técnica.

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Dinoá detalhou seu plano de trabalho objetivando a liberação e considerou a reunião bastante positiva. "Desde o momento que tivemos conhecimento do embargo pelo Ibama, adotamos as providências necessárias com um Plano de Ação, vindo à Brasília e contando com o apoio da nossa bancada federal, do Ministério dos Transportes e da Secretaria Nacional de Portos. A reunião foi estratégica para que possamos ter as atividades normalizadas o mais rápido possível, por ser um equipamento fundamental para a economia não só do Rio Grande do Norte, mas do Brasil".

Participaram da reunião, além do presidente da Codern, os ministros Valter Casimiro (Transportes, Portos e Aviação Civil) e Edson Duarte (Meio Ambiente), o presidente, Luciano Evaristo, e a Diretora de Licenciamento Ambiental do Ibama, Larissa Amorim, o deputado federal Felipe Maia (DEM-RN), o diretor do Departamento de Outorgas Portuárias da Secretaria Nacional de Portos, Ogarito Linhares, e o coordenador-geral de Gestão Ambiental da Secretaria, Uirá Cavalcante de Oliveira.

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Em dezembro de 2017, o Ministério do Trabalho e Emprego já havia interditado e autuado o Terminal em razão de irregularidades constatadas por auditores fiscais do Grupo Móvel do Trabalho Portuário e Aquaviário. As informações são da Codern e do portal Globo.com.

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