Para enfrentar a crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus, empresários procuram maneiras de sobreviver, de modo a adequar seus produtos e/ou serviços ao cenário atual. A inovação e o uso de novas tecnologias têm ajudado, mas a ausência de capital de giro tem sido um dos maiores problemas, de forma que a redução de custos seja a prioridade nesse momento.

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Segundo Vanildo Prates, CEO da Bycoders, empresa que presta serviços tecnológicos sob medida a outras empresas, “o centro de serviços compartilhados (CSC), também chamado de Shared Service Center, é uma estratégia usada para unificar processos e é uma das alternativas encontradas pelos stakeholders para aumentar a produtividade com menor investimento possível”.

A implementação de CSC pode gerar uma economia ao caixa de mais 30%, segundo o levantamento feito pela PWC. A pesquisa também mostrou que, neste momento, as empresas estão em busca de uma estratégia multifuncional, dispostas a deixar para trás aquele modelo unitário, onde cada departamento cuida exclusivamente de um único tipo de produto ou serviço.

“Com o CSC, é possível fundir departamentos de diferentes empresas. Dessa forma, além de oferecer um serviço padronizado, haverá mais clareza sobre funções duplicadas ou excesso de recursos despendidos em determinada área, por exemplo”, explica o engenheiro de software.

Por meio do CSC, é possível unificar áreas de suporte como contabilidade, marketing, T.I e atendimento. Os proprietários se unem, integram seus processos e enxugam gastos com mão de obra e estrutura física. “As clínicas médicas, um dos setores mais afetados pela pandemia, justamente porque os pacientes procuram evitar o contágio do covid-19, são um ótimo exemplo, já que podem unir diversas especialidades, como fisioterapia e odonto, sem necessariamente haver concorrência entre elas”, elucida o especialista.

A Revista Fortune informou que 90% das grandes empresas globais possuem a estratégia de CSC implementada. Para empresas menores, sua aderência também é muito eficiente, e pode ajudar a unificar processos, padronizar o atendimento, aumentar a produtividade e enxugar os custos. Além disso, “uma das maiores vantagens, é o fato dela ser altamente personalizável, o que ajuda a implementá-lo da maneira mais adequada para cada tipo de serviço”, explica Prates.

O maior desafio na implantação, todavia, é obter sucesso na integração de departamentos que lidam com produtos diferentes. A ferramenta ajuda na automação dos processos, mas o fator humano também é parte essencial para seu sucesso, de modo que somente com uma eficaz união é possível o sucesso de todos os setores envolvidos.

Para uma boa implementação, é importante um estudo prévio de todos os departamentos e suas respectivas funções que serão compartilhadas. “Esse passo é importante pois ajudará a mapear as reais necessidades da empresa e interromper o que se mostrar desnecessário”, comenta o CEO da Bycoders.

Entender sobre o que cada setor é responsável ajudará a elaborar também a melhor estratégia, o que ajuda a aumentar a comunicação entre os departamentos que mais possuem convergência, como o marketing e o comercial, por exemplo.

A migração da área de TI para os centros de serviços compartilhados tem sido cada vez mais frequente e usual, já que a implementação de um CSC aumenta a sinergia entre os departamentos e facilita a troca de informações, de modo que permite uma maior agilidade e eficiência nos processos.

Com a nova realidade imposta pela pandemia, as empresas têm buscado na tecnologia ajuda para adaptação ao novo normal. Neste contexto, serviços como os da Software House curitibana Bycoders, que modela e desenvolve soluções de softwares sob medida, contribui muito para ajudar empresas que precisam aderir de forma rápida ao processo de transformação digital, atuando inclusive na automação e integração das empresas com os Centros de Serviços Compartilhados.

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