Grandes projetos de túneis imersos construídos no mundo em áreas portuárias

A coluna Cais das Letras entrevistou o engenheiro Harald Franke sobre grandes obras de vanguarda. ...

Leia Mais

Kimberly-Clark lança novo programa de conexão com startups

K-Conecta é o novo programa de conexão com start ups da Kimberly-Clark, dessa vez em busca solu...

Leia Mais

LOGÍSTICA BRASIL é a nova identidade da USUPORT-RJ e planeja expansão

A Associação dos Usuários dos Portos do Rio de Janeiro (USUPORT-RJ) assumiu abrangência nacion...

Leia Mais

MInfra aprova nova poligonal do Porto de Santos e abre caminho para aprovar PDZ

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, assinou, nesta segunda-feira (29), a red...

Leia Mais

Em vídeo enviado ao WebSummit Arco Norte, congresso digital do Portogente que discute uma logística mais ágil e eficiente do escoamento de carga pelos portos das regiões Norte e Nordeste, o diretor-presidente da Associação dos Terminais Portuários Privados (ATP), Murillo Barbosa, apontou o aumento da profundidade da Barra Norte do Rio Amazonas e a conclusão do asfaltamento da rodovia BR-163 como os principais desafios para melhorar a competitividade logística dos produtores de grãos, em especial os instalados no estado do Mato Grosso.

imagem aerea arconorte
Foto: Arthur Cabral Neto

> Acesse aqui o WebSummit Arco Norte; atividades 100% gratuitas

Historicamente, lembra Barbosa, a exportação da produção nacional de grãos era realizada por meio dos portos das regiões Sul e Sudeste, acarretando em expressivos custos logísticos e prejudicando a competitividade do agronegócio brasileiro, considerado um dos mais eficientes do mundo "da porta da fazenda para dentro". Desde então, destaca o comandante da ATP, terminais privados fizeram altos investimentos nas regiões de Tapajós, Itacoatiara, Barcarena e Vila do Conde. Esses aportes financeiros possibilitaram a formação de uma oferta portuária bastante razoável no Arco Norte.


As deficiências logísticas dos trajetos até estes terminais portuários, todavia, são evidentes e muito graves. Barbosa destacou, no âmbito terrestre, a necessidade de conclusão do asfaltamento da rodovia BR-163 e da implantação da Ferrogrão. O trecho ferroviário poderá cumprir um papel estruturante para o escoamento da produção de milho, soja e farelo de soja do estado do Mato Grosso, prevendo-se ainda o transporte de óleo de soja, fertilizantes, açúcar, etanol e derivados do petróleo até os portos do Arco Norte.

Conteúdos relacionados
* Ferrogrão e ligação com Arco Norte são metas mais ambiciosas, diz ministro em conversa com Bial
* Temáticas que reluzem no setor de transportes, portos e o Arco Norte como solução
* Ferrovia Norte-Sul, condições naturais e demandas de graneis sólidos e líquidos possibilitam crescimento das operações no Arco Norte

Outra defesa da ATP é o aumento da profundidade da Barra Norte do Rio Amazonas, hoje limitada a 11,7 metros. "Para que um navio do tipo Panamax saia totalmente carregado precisamos de uma profundidade de pelo menos 13,3 metros para justificar novos investimentos dos associados". Neste sentido, diz Barbosa, estão sendo realizados estudos em parceria com a Marinha do Brasil e com a Secretaria Nacional de Portos, cujos indícios apontam que alcançar 12,5 metros é perfeitamente viável.

Pin It
0
0
0
s2smodern
powered by social2s

Notícias

Vídeo em destaque