• Por que a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), que participa de um processo de arbitragem na Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC) para cobrança de uma dívida de mais de R$ 2,8 bilhões da Libra Terminais com o Porto de Santos, firmou o contrato Dipre 37.2018 com o escritório do competente advogado e professor titular da USP, Dr. Floriano de Azevedo Marques Neto, que em 2004 elaborou parecer “sugerindo diminuição dos encargos atribuídos à arrendatária”? 

  • Em entrevista coletiva realizada após sua primeira visita oficial ao Porto de Santos desde que assumiu a pasta de Infraestrutura, o ministro Tarcísio Gomes de Freitas disse que as tratativas junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a contratação de estudos para a desestatização ou outorga de concessão da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) devem ser concluídas no próximo mês de fevereiro

  • O objetivo do curso foi qualificar os participantes para o exercício de tarefas de Radioperador Geral, de acordo com a Regra IV/2 da Convenção Internacional STCW-1978 e suas emendas, bem como as normas da Autoridade Marítima Brasileira no tocante ao socorro e salvamento de pessoas e embarcações em situações de emergência

  • Como está a apuração sigilosa relativa ao pagamento adicional indevido, na ordem de R$18 milhões, pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) aos serviços de dragagem prestados pela empresa Dragabrás, controlada pelo grupo belga Deme? Uma pergunta que só podemos fazer para o Ministério da Infraestrutura.

  • O papel das instituições públicas é crucial na promoção de um amplo debate sobre a melhor solução de travessia entre as margens do Porto de Santos, no litoral paulista.

  • Ao abordar o modelo de gestão para os portos brasileiros, o foco inexorável é a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Autoridade Portuária do Porto de Santos, por sua dimensão e complexidade. O único dos portos brasileiros a figurar no Top 50 da movimentação de contêineres no mundo

  • Cada vez que se analisa este caso fica mais difícil aceitar a correção dos conceitos e resultados que balizaram o pagamento desses serviços. Para que não paire alguma dúvida, a sociedade exige, conforme o artigo 37 da Constituição Federal, os esclarecimentos devidos pela Codesp

  • Nos últimos dias, duas das principais companhias docas brasileiras enfrentaram mudanças abruptas, com a prisão de diretores na Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) e a renúncia do presidente na Companhia Docas do Pará (CDP)

  • Diante das eternas promessas de que as companhias docas brasileiras serão geridas por profssionais de alto gabarito, causa espanto o teor da ata da 1918ª reunião da diretoria executiva da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) indicando para o cargo comissionado de gerente de Contratos de Arrendamento uma pessoa, de acordo com o próprio documento, que não detém "integralmente os requisitos necessários" para exercer a função

  • Resultado positivo foi de R$ 63,5 milhões. Aumento de receita e controle de custos garantiram o desempenho

  • A comunidade do Porto de Santos (SP), que paga taxas para ter o canal portuário dragado, merece esclarecimentos rigorosos o pagamento dos serviços de dragagem executados pela empresa belga Dragabrás Serviços de Dragagem, cuja medição não foi aprovada pela gerência de Dragagem da Autoridade Portuária do Porto de Santos.

  • Desnecessária, inexplicável e inquietante a decisão de contratar a dragagem do Porto de Santos (SP) por modalidade emergencial. É prejudicial à qualidade e aos custos. Seria o caso de perguntar por que passados mais de cem dias de governo, tempo suficiente para realizar uma licitação, nada foi feito.

  • Enquanto caminhoneiros se manifestam pelo custo do combustível e o governo para reduzir o diesel corta até no SUS e na educação para alinhar o custo do transporte, no maior porto do País o custo é tratado com desaforo.

  • Embora por força das circunstâncias Santos tenha sido erigido informalmente a hub port (porto concentrador de cargas), sabe-se que, em razão de suas características geofísicas, nunca haverá de atingir esse patamar, exceto se, algum dia, vier a dispor de uma plataforma offshore (afastada da costa), que permita a entrada de megacargueiros.

  • A movimentação de cargas pelo Porto de Santos atingiu em junho último recorde para o mês ao alcançar o total de 11.576.036 toneladas, superando em quase 5% a maior marca para o período, verificada em 2017

  • O artigo utilizou estudos de caso para explicar a privatização dos portos de Brisbane, Botany, Kembla, Newscatle e Melbourne, processos realizados desde 2010. O modelo adotado foi o "private landlord port", ou seja, com a autoridade portuária sendo administrada pela iniciativa privada e o Estado mantendo o controle do território portuário (landlord) e a responsabilidade pela regulação da atividade

  • É realmente boa a intenção do presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Casemiro Tércio Carvalho, de lançar um edital de chamamento público para recebimento de doações de estudos portuários

  • Oliva é acusado de encabeçar uma organização criminosa que, por meio de corrupção, formou cartel e fraudou licitações em contratos estabelecidos pela estatal que administra o Porto de Santos, notadamente relacionados a serviços de digitalização de documentos e dragagem

  • O Porto de Santos mantém, no primeiro trimestre de 2018, a liderança na participação na balança comercial brasileira, com 28,2% da corrente de comércio internacional do Brasil. Em relação somente ao sistema portuário brasileiro, a participação santista chega a 35,9%.

  • A Pinacoteca Benedicto Calixto, em Santos, está com a exposição ‘Benedicto Calixto e os 125 anos do Porto Organizado’. A mostra tem como foco a relação Porto x Cidade e se propõe a resgatar os momentos históricos registrados pelo pintor santista que lhe confere o nome.